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    Memórias Póstumas de Brás Cubas (Clássicos da Literatura) -

    Machado de Assis

    Ciranda Cultural
    2007
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788538005971
    Português Brasileiro
    4.1
    81270 avaliações
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    Memórias Póstumas de Brás Cubas, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem típicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório que resolve escrever sua história depois de morto, tornndo-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões - que muitas vezes suspendem a narrativa por muitos capítulos - e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos par combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. Pos isso, caro leitor, não crie expectativas equivocadas. Leia este romance de coração e cabeça abertos - principalmente cabeça aberta - e encare-o como um manual de filosofia para iniciantes. Mas um manual divertido. Boa leitura!

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    Camila Barreto picture
    Camila Barreto14/08/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um livro de tamanha genialidade não poderia mesmo ter menos de 775 abandonos numa rede de leitores de Crepúsculo e auto-ajuda.

    1421 curtidas

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    Joaquim Maria Machado de Assis profile picture

    Joaquim Maria Machado de Assis

    Joaquim Maria Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência.

    821 Livros
    8.095 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Joaquim Maria Machado de Assis