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    Memórias de um Médico IV - José Bálsamo IV - O Casamento do Delfim

    Alexandre Dumas

    Empresa Editora Brasileira
    1940
    280 páginas
    9h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.8
    4 avaliações
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    Favoritos0Desejados3Avaliaram4
    Resenhas (2)Ver mais
    Aécio de Paula picture
    Aécio de Paula24/11/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    José Bálsamo IV (Memórias de um médico) - Alexandre Dumas

    Essa série histórica se inicia em 1770, com a chegada de Maria Antonieta à França para se casar com Delfim, e vai até 1793, ano importante para a revolução francesa. Dumas narra a força da maçonaria, na pessoa de José Balsamo, combatendo a monarquia. Por trás de toda revolução existem pessoas poderosas ou corporações milionárias que apoiam e dão vida a tal evento. Assim pensava Dumas, narrando as investidas que a maçonaria fez. Embora não seja o enfoque da serie, o autor introduz com sutileza, mistério e humor, a empreitada maçônica do bruxo Balsamo. Nesse tomo, o Rei Luiz se apaixona. A condessa Dubarry, amante do rei, coloca todo o séquito atrás da moça, Andreia, jovem cândida e que nada sabe da trama. Também o filósofo Rousseau tem participação importante na série. O casamento do Delfim e a tragédia de mortes na Praça Luís AV fecham o tomo. Série muito boa, divertida, e cada vez mais fica interessante. Nota 10

    6 curtidas

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    4.8 / 4
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    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie