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    O Homem Sem Rosto (Argonauta #310) -

    Jack Vance

    Livros do Brasil
    1981
    195 páginas
    6h 30m
    ISBN-1: 0
    Português
    3
    3 avaliações
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    "The Anome", 1973. Ou, "The Faceless Man". O Homem Sem Rosto, é a versão portuguesa de The Anome, a obra prima de Jack Vance, um dos mais curiosos e profundos autores de ficção-científica norte-americanos, mestre na descrição de sociedades estranhas, com costumes, leis e valores muito diferentes dos que conhecemos. Durdane é um mundo em que os homens e as mulheres vivem marcados pelos torc colocados nos seu pescoço e ligados a destinos irrevogáveis pelas proclamações do Homem Sem Rosto. Um lugar onde todo o desafio é punido com a morte, um reino de mil e um mistérios e perigos incalculáveis em que um jovem, Gastel Etzwane, se atreve a desafiar o que é impossível de desafiar, numa luta extraordinária pelo domínio do seu destino inalterável... Infringir a lei cantonal era desafiar o Homem Sem Rosto. Deixar o seu cantão era desafiar o Homem Sem Rosto. Recusar-se a usar o torc que indicava o direito de nascimento, era desafiar o Homem Sem Rosto. Gastel Etzwane fizera esses três desafios. E desafiar o Homem Sem Rosto significava a morte...

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    Antonio Cesar Leitão Navarro Lins picture
    Antonio Cesar Leitão Navarro Lins13/03/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    “... O aparelho governamental era simples; o Anome fazia poucas exigências financeiras: as leis impostas, na sua maior parte, tinham sido formuladas pelos próprios cantões. ...” Pág.: 56 5º período O Homem sem rosto (The Anome) Jack Vance. Um planeta qualquer, habitado por humanos possui uma forma de governo sui generis. Ninguém conhece o governante denominado de Anome. Todos usam uma espécie de colar que não pode ser retirado. Se violado o mesmo explode matando o transgressor. Da mesma forma o desconhecido Anome pode remotamente explodir o colar eliminando seu proprietário se julgar que este violou alguma lei do local. O próprio governante não impõe nenhuma lei. Uma historia que começa bem, deixa a desejar por algum tempo melhora para o final e acaba como se o autor ou tivesse sem inspiração para continuar ou ficado com preguiça de fazê-lo.

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    John Holbrook Vance  profile picture

    John Holbrook Vance

    John Holbrook Vance (28 de agosto de 1916, San Francisco, Califórnia) é geralmente descrito como um escritor de ficção científica e fantasia estadunidense, embora o próprio Vance tenha por diversas vezes se manifestado contra esses rótulos. A maior parte do seu trabalho foi publicado sob o nome Jack Vance. Vance publicou 11 histórias de mistério como John Holbrook Vance e 3 como Ellery Queen. Utilizou ainda outros pseudônimos, tais como Alan Wade, Peter Held, John van See, Jay Kavanse. Entre suas premiações estão o Hugo Award (1963, por The Dragon Masters e em 1967 por The Last Castle); um Nebula Award em 1966, também por The Last Castle; o Jupiter Award em 1975; o World Fantasy Award em 1984 pelo conjunto da obra e em 1990 por Lyonesse: Madouc; um Edgar Award (o equivalente do Nebula para histórias de mistério) pelo melhor romance de mistério de 1961 por The Man in the Cage. Em 1992 ele foi Convidado de Honra da WorldCon em Orlando, Flórida; e em 1996 foi nomeado Grande Mestre da SFWA. No geral, é tido em alta estima por críticos e colegas de profissão, alguns dos quais sugeriram que ele transcende rótulos de gênero e deveria ser considerado como um escritor importante pelos padrões da literatura convencional. Poul Anderson, por exemplo, certa vez chamou-o de "o maior escritor estadunidense vivo" na ficção científica (e não da ficção científica).

    18 Livros
    15 Seguidores
    Califórnia, Estados Unidos

    John Holbrook Vance