Líderes de Verdade Não Usam PowerPoint - Como vender suas ideias e se auto-promover

    Christopher Witt

    Best Seller
    2011
    254 páginas
    8h 28m
    ISBN-13: 9788576843702
    Português Brasileiro
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    Sabrina Vila picture
    Sabrina Vila14/04/2024Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Neste livro, Christopher Witt nos mostra que a boa liderança é necessária não apenas nos ambientes profissionais e políticos, mas também nas diversas esferas com as quais nos deparamos cotidianamente. O livro deixa claro que ser líder não é um cargo, é uma postura, uma decisão. Com trechos de discursos de presidentes, líderes abolicionistas e autoridades religiosas, o autor ensina diversas técnicas para manter a calma diante de uma plateia, escolher bem suas palavras e, principalmente, a projetar a imagem inspiradora e confiante de um líder. E, acima de tudo, demonstra que não devemos depender de um software de computação que, com certeza, falhará ao fazer isso por nós. Softwares não possuem atributos que nós possuímos e o autor se importa em demonstrar isso e convencer o leitor de seu ponto através de vários exemplos, desde Sócrates, Luther King, Madre Teresa, vários presidentes dos EUA e líderes militares até Oprah. O livro é dividido em quatro partes. E ele explica essa divisão logo no prólogo. Na primeira parte ele nos ensina a sermos nós mesmos, não querermos imitar outros palestrantes (já eu acho que podemos ter inspirações sim e que elas são importantes já que ninguém chega a lugar nenhum do zero). Nos fala que nós somos a mensagem, logo, nós temos que acreditar naquilo que falamos, termos postura e sermos como somos (mais sérios ou mais piadistas, por exemplo), e nos conectarmos com o público, saber escutar nossa audiência e nos interessarmos verdadeiramente nela. Ademais, se pudermos falar algo diferente, se assumirmos nossa personalidade, naturalmente, iremos discordar de opiniões populares/comuns e devemos assumir isso também, sempre lembrando que estamos falando para um público que entende nossa fala como um direcionamento a ser seguido e isto significa que devemos ter cuidado com qualquer exposição de opinião. Na parte dois, o autor discorre sobre a exposição de um evento inesquecível que depende do conhecimento do público, ter em mente que o público sempre vai pensar “o que eu ganho com isso” e diante disso, é importante mostrar que a nossa fala é importante e não vazia. “Não fale nada a não ser que tenha algo a acrescentar” resume bem essa lição. Outros pontos importantes é ter uma escuta atenciosa: mais escutar que falar, logo, prestando mais atenção nas queixas do cliente, por exemplo. Na terceira parte há a lição sobre uma mensagem convincente. Nos é ensinado que somos menos importantes que a mensagem a ser transmitida e que esta é mais importante do que a forma em que é transmitida, mas sua transmissão também é importante. Além disso, voltamos à questão da identificação do público no sentido de entender qual linguagem será mais eficaz para a compreensão da mensagem (mais técnica ou mais coloquial, por exemplo) e garantir que nossa plateia está entendendo ao longo da exposição. E, por fim, a quarta parte que achei particularmente chata e repetitiva sobre os assuntos que foram tratados anteriormente de modo que o ritmo foi se perdendo do meio para o final da leitura.

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