Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores13
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    L'amour Fou -

    André Breton

    Folio
    1998
    175 páginas
    5h 50m
    ISBN-13: 9782070367238
    4
    2 avaliações
    Leram4Lendo0Querem9Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados9Avaliaram2

    "O Amor Louco , obra luminosa sobre o amor, foi escrito por André Breton entre 1934 e 1936, no apogeu do Surrealismo. Como em Nadja, escrito em 1928, relata de forma sublime as experiências e coincidências vividas por Breton, que acabarão por o encaminhar para aquela que viria a ser a sua mulher, Jacqueline Lamba, e que é o centro e a musa inspiradora do romance. A construção do livro é feita de situações vividas pelo autor, de sonhos fantasmagóricos, de rupturas narrativas intercaladas por fotografias e poemas, um deste premonitório, divagações reflexões. Breton descreve o amor através da sua própria vivência, vendo neste dois aspectos: o amor como «comunicação do coração» e o amor carnal, ao qual chama «convulsivo». Esta separação entre o corpo e o espírito quer Breton transformá-la em união total, em paixão, nesse famoso «amor louco» que é para Breton o amor mais sábio, mais sublime, que a alma do homem poderá alcançar. Termina esta obra com o texto seguinte, dedicado a sua filha e de Jacqueline"

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 2
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas100%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    André Breton profile picture

    André Breton

    André Breton foi um escritor francês, poeta e teórico do surrealismo. De origem modesta, iniciou , sem entusiasmo, estudos em Medicina sob pressão da família. Mobilizado para o exército, na qualidade de enfermeiro, para Nantes em 1916, ali trava conhecimento com Jacques Vaché, filho espiritual de Alfred Jarry, um jovem sarcástico e niilista que viveu a vida como se de uma obra de arte se tratasse e que morreu aos 24 anos em circunstâncias bastante suspeitas (a tese do suicídio é controversa). Jacques Vaché, que não mais deixou do que cartas de guerra, teve uma enorme influência no espírito criativo de Breton: enfraquecendo a influência de Paul Valéry e, deste modo, determinando tanto a sua concepção de "Poète" (Le Pohète segundo Vaché), como a de humor e de arte. Em 1919, Breton funda com Louis Aragon e Philippe Soupault a revista Littérature e entra, também, em contato com Tristan Tzara (fundador do Dadaismo). Em Les Champs magnétiques (escrito em colaboração com Soupault), coloca em prática o princípio da escrita automática. Breton publica o Primeiro Manifesto Surrealista, em 1924. Um grupo se constitui em torno de Breton: Philippe Soupault, Louis Aragon, Paul Éluard, René Crevel, Michel Leiris, Robert Desnos, Benjamin Péret. No afã de juntar a ideia de « Mudar a vida » de Rimbaud e a de « Transformar o mundo » de Marx, Breton adere ao Partido Comunista em 1927, do qual será excluido em 1933. Ele vive sobretudo da venda de quadros em sua galeria de arte. Sob seu impulso, o surrealismo torna-se um movimento europeu que abrange todos os domínios da arte e coloca profundamente em questão o entendimento humano e o olhar dirigido às coisas ou acontecimentos. Inquieto por causa do governo de Vichy, Breton se refugia em 1941 nos Estados Unidos da América e retorna a Paris em 1946, onde continuará até sua morte a animar um segundo grupo surrealista, sob a forma de exposições ou de revistas (La Brèche, 1961-1965).

    21 Livros
    30 Seguidores
    Orne, na Normandia, França

    André Breton