O antigo anfiteatro tunisiano estava suavemente iluminado pelas estrelas. O marquês aproximou-se de Sabra e, esquecido de tudo, só pensou na paixão que nascia em seu coração. Pegou-a em seus braços e, sem refletir, apossou-se de seus lábios virginais. O beijo, antes tímido, tornou-se ávido e possessivo, como se ele quisesse apossar-se de sua alma e de seu coração. Sabra sentiu-se transportada aos céus. Era perfeito, divino, o amor que sempre procurara! De repente, porém, o marquês afastou-se e, voltando à realidade, percebeu que o perigo os ameaçava...

