The girl who played with fire -

    Stieg Larsson

    Knopf Doubleday
    2010
    724 páginas
    1d 0h 8m
    ISBN-13: 9780307454553

    Mikael Blomkvist, crusading journalist and publisher of the magazine Millennium, has decided to run a story that will expose an extensive sex trafficking operation between Eastern Europe and Sweden, implicating well-known and highly placed members of Swedish society, business, and government. But he has no idea just how explosive the story will be until, on the eve of publication, the two investigating reporters are murdered. And even more shocking for Blomkvist: the fingerprints found on the murder weapon belong to Lisbeth Salander—the troubled, wise-beyond-her-years genius hacker who came to his aid in The Girl with the Dragon Tattoo, and who now becomes the focus and fierce heart of The Girl Who Played with Fire. As Blomkvist, alone in his belief in Salander’s innocence, plunges into an investigation of the slayings, Salander herself is drawn into a murderous hunt in which she is the prey, and which compels her to revisit her dark past in an effort to settle with it once and for all.

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    Anica Bitten07/04/2009Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    The girl who played with fire

    Dando continuidade à leitura da trilogia Millenium, eis que leio o segundo título da série, A Menina que Brincava com Fogo. Dessa vez sem qualquer confusão de títulos e já devidamente apresentada às personagens, tudo levava a crer que seria uma leitura divertida e interessante, tal como o primeiro volume. Não, não foi. Infelizmente, confesso que cheguei até a perder qualquer vontade de ler a conclusão (que ainda não tem tradução no Brasil). Vamos por partes: o fato é que para quem se apaixonou pela heroína Lisbeth Salander, talvez o livro sem MUITO bom. Sabe como é, às vezes nos encantamos por personagens e quanto mais podemos saber sobre eles, melhor. E aqui todos os detalhes sobre o passado de Salander ficam abertos ao leitor. E talvez aí que esteja um dos pecados do livro, na minha opinião. O que faz (ou fazia) de Salander uma personagem legal não era a quantidade absurda de tatuagens ou o fato de ela ser uma hacker ou algo que o valha. Era o mistério. E sem mistério, ela fica bem sem graça. Ainda esse fosse o único problema do livro, tudo bem. Mas não é, ele tem outro problema ainda mais sério: embromação. São 600 e tantas páginas que poderiam ter ficado nas 300. Quando trata-se de livros de mistério e ação, sempre insisto na questão da unidade de efeito levantada pelo Poe. E sei que é bastante complicado aplicar essa teoria ao romance, mas o fato é que trata-se de gênero que não pode apresentar muita “gordura” no texto, o leitor tem que estar preso no que está acontecendo do começo ao fim, sem grandes distrações. Em A Menina que Brincava com Fogo, Larsson leva cerca de 200 páginas só para montar o cenário no qual passará a se desenrolar a história. Após os eventos narrados no primeiro livro, Salander se afasta do repórter Blomkvist, que está trabalhando em um projeto audacioso da Millenium: a denúncia de uma rede de tráfico de mulheres. Quem está por trás da investigação é um jornalista e uma criminologista, que lá pela 200ª página são encontrados mortos, com uma arma cheia de digitais da Salander ao lado. É aí que começa a pesquisa sobre o passado de Salander, que procurada pelos homicídios permance reclusa, dando poucas dicas à Blomkvist através de mensagens no computador - o que achei um pouco idiota, já que no final das contas ela poderia revelar tudo ao invés de deixar o velho clichezão de alguém aparecer quase na conclusão para contar tudo. No final das contas é aquela coisa, o mistério nem é tão misterioso, não há grandes surpresas e a única coisa que faz você pensar em alguma relação com o livro anterior são as personagens principais. Acredito que darei um tempo na coleção, até porque ainda não achei edição em inglês do terceiro livro (e obviamente, nem em português, já que o segundo livro foi lançado no dia 14 desse mês). Mas confesso que não é só a questão de a obra ainda não estar disponível, mas também o fato de que esse segundo livro foi bastante decepcionante.

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