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    O essencial do Alcorão -

    Maomé- Muhammad

    Jardim dos Livros
    2008
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-13: 9788560018147
    Português Brasileiro
    3.8
    12 avaliações
    Leram20Lendo1Querem23Relendo1Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados23Avaliaram12

    Neste livro de Thomas Cleary, trechos em versos são apresentados depois de uma análise que apresenta o livro sagrado do islã para leitores não-muçulmanos, principalmente, mas também para aqueles que querem ter uma primeira aproximação com este livro a partir de seus trechos essenciais. O autor considera que os ensinamentos do Islã foram muitas vezes deturpados ou mal entendidos no Ocidente, e dispõe-se a demonstrar isso, ressaltando a beleza contida nos trechos que selecionou como verdadeiramente essenciais. A religião e sua prática, segundo Cleary, são fatores que determinam fundamentalmente a felicidade ou a infelicidade das pessoas. Por isso, diz ele, é extremamente importante julgar sua validade, supremacia e integridade, quesitos que fazem do Alcorão um dos livros mais publicados no mundo. Os capítulos e versos contidos neste volume de excertos têm como diretriz a obtenção da designação foneticamente mais apurada. Os excertos foram selecionados de modo a formar um rosário de leituras e enunciações, destinados a introduzir o leitor não-muçulmano na sabedoria, na majestade e na sublime beleza que constituem a essência do livro sagrado. O Alcorão é inequivocamente um livro importante mesmo para o leitor que não professe a fé islâmica. E hoje, possivelmente, ainda mais do que em outras épocas. Um dos aspectos mais conspícuos do Islã para a consciência secular cristã, por exemplo, é a inter-relação entre fé e razão. Com efeito, o Islã não demanda crença irracional. Convida, antes, à fé inteligente, ao desenvolvimento da observação, da contemplação e da reflexão, a começar por aquelas da natureza que nos circunda. Desse modo, o antagonismo entre religião e ciência, comum para os ocidentais, inexiste no Islã.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Nicolas Maia picture
    Nicolas Maia11/08/2009Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Nada de novo

    Apesar de um bom livro, com versos lindíssimos, não senti que me adicionou muita coisa. Também achei incompleto, pois com esse livro, não saberia diferenciar o cristianismo do islamismo, já que tudo ali é essencialmente a mesma coisa. É um bom livro apesar de tudo, mas provavelmente o Alcorão em si seja bem melhor, e recomendo a escritura original para quem deseja conhecer mais sobre o Islã.

    1 curtida

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    Avaliações

    3.8 / 12
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas17%
    • 1 estrelas0%
    Maomé- Muhammad profile picture

    Maomé- Muhammad

    Maomé (em árabe: ? مُحَمَّد, transl. Muḥammad ou Moḥammed; Meca, ca. 6 de Abril de 570 — Medina, 8 de Junho de 632) foi um líder religioso e político árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão. Para os muçulmanos, Maomé foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacob, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, ele unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos.[carece de fontes] Nascido em Meca, Maomé foi durante a primeira parte da sua vida um mercador que realizou extensas viagens no contexto do seu trabalho. Tinha por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca. Os muçulmanos acreditam que em 610, quando Maomé tinha quarenta anos, enquanto realizava um desses retiros espirituais numa das cavernas do Monte Hira, foi visitado pelo anjo Gabriel que lhe ordenou que recitasse uns versos enviados por Deus, e comunicou que Deus o havia escolhido como o último profeta enviado à humanidade. Maomé deu ouvidos à mensagem do anjo e, após sua morte, estes versos foram reunidos e integrados no Alcorão, durante o califado de Abu Bakr. Maomé não rejeitou completamente o judaísmo e o cristianismo, duas religiões monoteístas já conhecidas pelos árabes. Em vez disso, informou que tinha sido enviado por Deus para restaurar os ensinamentos originais destas religiões, que tinham sido corrompidos e esquecidos. Muitos habitantes de Meca rejeitaram a sua mensagem e começaram a persegui-lo, bem como aos seus seguidores. Em 622 Maomé foi obrigado a abandonar Meca, numa migração conhecida como a Hégira (Hijra), tendo se mudado para Yathrib (atual Medina). Nesta cidade, Maomé tornou-se o chefe da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se uns anos de batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, que se saldaram em geral na vitória de Maomé e dos seguidores. A organização militar criada durante estas batalhas foi usada para derrotar as tribos da Arábia. Por altura da sua morte, Maomé tinha unificado praticamente todo o território sob o signo de uma nova religião, o islão.

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