Canclini se utiliza de festas e artesanatos de povos indígenas do México para analisar o papel das culturas populares no mundo capitalista. Um rico ensaio sobre como as culturas populares estão inseridas no mundo contemporâneo e uma prospecção de como elas deveriam estar inseridas, no intuito de se manter como algo vivo dentro da sociedade, não apenas como peças de museus, acontecimentos exóticos ou produtos mercadológicos. Formidável!


