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    Barnaby Rudge -

    Charles Dickens

    Everyman's Library
    2005
    920 páginas
    1d 6h 40m
    ISBN-13: 9780307262905
    4.1
    68 avaliações
    Leram85Lendo17Querem191Relendo0Abandonos1Resenhas22
    Favoritos0Desejados191Avaliaram68

    Charles Dickens’s first historical novel–set during the anti-Catholic riots of 1780–is an unparalleled portrayal of the terror of a rampaging mob, seen through the eyes of the individuals swept up in the chaos. Those individuals include Emma, a Catholic, and Edward, a Protestant, whose forbidden love weaves through the heart of the story; and the simpleminded Barnaby, one of the riot leaders, whose fate is tied to a mysterious murder and whose beloved pet raven, Grip, embodies the mystical power of innocence. The story encompasses both the rarified aristocratic world and the volatile streets and nightmarish underbelly of London, which Dickens characteristically portrays in vivid, pulsating detail. But the real focus of the book is on the riots themselves, depicted with an extraordinary energy and redolent of the dangers, the mindlessness, and the possibilities–both beneficial and brutal–of the mob. One of the lesser-known novels, Barnaby Rudge is nonetheless among the most brilliant–and most terrifying–in Dickens’s oeuvre.

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    Resenhas (22)Ver mais
    Marcos Melhado picture
    Marcos Melhado26/02/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Passou na media

    Esse é o segundo calhamaço do autor que leio (o primeiro foi Pequena Dorrit). Embora eu reconheça a qualidade de sua escrita e a profundidade de seus personagens, as histórias, para mim, têm sido bastante medianas. A trama começa de forma envolvente, apresentando um crime não solucionado e um forasteiro misterioso. Os personagens são extremamente divertidos e muito bem construídos, quase caricatos, como se tivessem saído de uma animação. No entanto, Dickens prolonga bastante a narrativa, evoluindo a história em um ritmo lento, mas compensando com diálogos inteligentes e as trapalhadas dos personagens. É só depois de cerca de 60% do livro que a trama realmente decola. Nesse ponto, Dickens entrelaça o destino dos personagens com uma revolta protestante anti-papado que ocorreu na época, trazendo uma dose intensa de ação à história. É angustiante acompanhar a escalada dos conflitos e ver como o povo comum acaba se enredando em causas que pouco os representam. O final tem um toque meio “Chapolin Colorado”, com alguns desfechos um tanto convenientes. No entanto, no balanço geral, a jornada vale a pena – desde que você seja um leitor engajado e paciente.

    18 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 68
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas3%
    Charles John Huffam Dickens profile picture

    Charles John Huffam Dickens

    Charles John Huffam Dickens foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo fato de todos os seus livros continuarem a ser editados. Entre os seus maiores clássicos destacam-se "Oliver Twist", "A Christmas Carol" e "David Copperfield". Dickens era filho de John Dickens e de Elizabeth Barrow. Educado por sua mãe, tomou gosto pelos livros. Durante três anos freqüentou uma escola particular. Contudo o seu pai foi preso por dívidas e, ainda adolescente, Dickens teve que trabalhar em uma fábrica que produzia graxa para sapatos. Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou, graças a uma herança recebida pelo pai. Mas sua mãe não permitiu que ele saísse logo da fábrica, o que fez com que Dickens não a perdoasse por isso. As más condições de trabalho da classe operária tornar-se-iam um dos temas recorrentes da sua obra. Em 1827, Dickens começou a trabalhar em um cartório. Apaixonado pela filha de um banqueiro, Maria Beadnell, suportou a desaprovação do romance pelos pais da moça, que acabou se tornando indiferente a ele. Em 1832 conseguiu um emprego como repórter no jornal "Morning Chronicle". Passou a publicar crônicas humorísticas sob o pseudônimo de Boz, reunidas mais tarde como "Esboços feitos por Boz". Com isso Dickens ganhou espaço no jornal para apresentar os capítulos de "As Aventuras do Sr. Pickwick", que estabeleceu o seu nome como escritor. A 2 de Abril de 1836 Dickens se casou com Catherine Hogarth., com quem teve dez filhos. Dois anos depois começou a divulgar, em folhetins semanais, "Oliver Twist" onde, pela primeira vez, apontava os males sociais da era vitoriana. O romance era ilustrado por Cruikshank. Em 1838, Dickens escreveu "Vida e Aventura de Nicholas Nickleby", e, depois, "Loja de Antiguidades" (1840), "Barnaby Rudge" (1841) e "Martin Chuzzlewitt" (1843/44), escrito após uma viagem aos Estados Unidos. Em 1843, publicou o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol", ao qual se seguiriam outros, como "The Chimes" (1844), que escreveu durante uma viagem a Gênova e "O Grilo da Lareira" (1845). Em 1849 publicou um de seus mais conhecidos romances, "David Copperfield", inspirado em grande parte, na sua própria vida. Aos poucos sua obra se tornou mais crítica em relação às instituições inglesas. Seguem esta linha os seus livros "Assim São Dombey e Filho" (1847), "A Casa Sombria" (1852) e "Tempos Difíceis". Dickens separou-se da sua mulher em 1858. A causa da separação teria sido a atriz Ellen Ternan, que acompanhou o escritor até ao final dos seus dias, apesar de a união nunca ter sido reconhecida oficialmente. Dickens escreveu ainda "História de Duas Cidades" (1859), "Grandes Esperanças" (1861) e "Nosso Amigo Comum" (1864). Nos últimos anos de sua vida iniciou o livro "O Mistério de Erwin Drood", mas morreu antes de concluí-lo.

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    Hampshire, Inglaterra

    Charles John Huffam Dickens