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    Obras Selecionadas de José de Alencar - Pata da Gazela Ermitão da Glória

    José de Alencar

    LITRA Cia. Brasileira divulgação do Livro
    1960
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    23 avaliações
    Leram36Lendo1Querem10Relendo1Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados10Avaliaram23
    Resenhas (2)Ver mais
    Luísa  picture
    Luísa 14/04/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Tenho mais pena da pessoa que me indicou o livro do que do José de Alencar

    "A pata da Gazela", clássico de José de Alencar, narra um clássico trianglo amoroso entre Horácio, Leopoldo e Amélia, a dona a tal pata da gezela. Horácio e Leopoldo são amigos mais são completamente diferentes. Enquanto Horácio é sedutor e um dos homens mais cobiçados da sociedade, Leopolo é um jovem sem beleza e nada sedutor, mas com um enorme coração. O romance se incia com um "incidente". Quando os dois amigos vêem uma caruagem passar e um delicado sapato cair dela suas vidas mudam no mesmo instante. Enquanto Horácio,encantado pelo pequeno sapato, apaixona-se pela ideia da mulher por trás dos pés mais belos e miúdos, como patas de gazela; Leopoldo vê um pé aleijado, que acredita ser de Amélia, começa a cultivar uma paixão pela jovem sem se importar com o pé defeituoso. Mas sem saber que Laura, a prima de Amélia também estava na carruagem, os dois amigos se apaixonam por Amélia, sem nem memso saber exatamente de quem é o pé perfeito e a tal pata da gazela. Escrevendo a sinopse assim, percebo que o liro tem sim um siopse divertida e om estremo potencial, mas infelizmente, dessa vez, algo não deu muito certo. O início do livro foi fácil de ler, começando de forma leve, tranquila e divertida; principalmete quando se trata da confusão relaionada a verdadeira dona de cada pé. Também é muito interessante acompanhar a forma absolutamente oposta como o autor retrata os dois pretendentes de Amélia, sendo o fato de um ter se apaixonado pelo pé perfeito enquanto o outro se apaixonou por um pé deformado, a descrição perfeita dos dois personagens pror incrível que pareça. Acredito que e forma divertida e inovadora,o livro trás uma crítica sobre superficialismo e idealização dos sentimentos e das pessoas; contruida através dos personagens de Horácio e Leopoldo, que representam duas visões opostas do amor de forma muito clara. Apesar e ter gostado de como a Amélia se saiu bem na decisão que acabaria com triângulo amoroso, eu simplesmente não consegui entrar na história, e apegar aos personagens ou "sentir a mensagem" como eu acho que umbom clássico (quem é sabe do que eu estou falando) faz comigo... Para finalizar, um comentário que vi em uma resenha e resume perfeitamente todos os meus pensamentos ao longo do livro: "um romance com dois homens com tara em pé no século XIX". E os árabes vão a loucura...

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 23
    • 5 estrelas9%
    • 4 estrelas35%
    • 3 estrelas43%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas4%
    José Martiniano de Alencar profile picture

    José Martiniano de Alencar

    Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros. José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a

    406 Livros
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    Ceará, Brasil

    José Martiniano de Alencar