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    Godó, o bobo alegre -

    Pedro Bloch

    Moderna
    1996
    45 páginas
    1h 30m
    ISBN-11: 8516004562_
    Português Brasileiro
    3.6
    47 avaliações
    Leram101Lendo6Querem22Relendo1Abandonos0Resenhas3
    Favoritos3Desejados22Avaliaram47

    Godó, o bobo alegre, um menino fora do normal... A cabecinha do menino Godó não era norma. Por isso, todos o ridicularizavam. Só que o coração de Godó também não era normal: era muito melhor do que o dos outros!

    Resenhas (3)Ver mais
    Joice Coutinho picture
    Joice Coutinho18/07/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um dos primeiros livros que li, chorei quando criança, me colocando no lugar de Godó! Recomendo, para todas as idades!

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 47
    • 5 estrelas34%
    • 4 estrelas15%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas4%
    Pedro Bloch profile picture

    Pedro Bloch

    Pedro Bloch (Jitomir, Ucrânia, 1914 — Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2004) foi um médico foniatra, jornalista, compositor, poeta, dramaturgo e autor de livros infanto-juvenis, que consagrou-se como autor de mais de cem livros. Ele era naturalizado brasileiro. Sua família imigrou para o Brasil no início do século XX. Estudou no Colégio Pedro II e posteriormente cursou a Faculdade Nacional de Medicina da Praia Vermelha atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Chegou a lecionar na PUC do Rio de Janeiro. É autor de mais de cem livros, muitos deles destinados ao público infanto-juvenil, como Pai, me compra um amigo?, Nesta data querida e Chuta o Joãozinho para cá. Escreveu também as peças teatrais Dona Xepa e As Mãos de Eurídice. Mais de 50 do seus livros foram inspiradas quando ele atendia crianças, exercendo sua profissão de médico. A sua mais conhecida obra teatral, As mãos de Eurídice, estreou em 13 de maio de 1950 e repetiu-se mais de 60 mil vezes, em mais de 45 países diferentes. Dois anos depois, escreveu outro sucesso teatral, Dona Xepa, que até foi transformada em telenovela, na Rede Globo. Como jornalista, trabalhou na revista Manchete e no jornal O Globo. O interesse pelo teatro surgiu nas visitas que recebia dos grandes atores em sua própria casa. Pedro Bloch morreu aos 89 anos de idade, de insuficiência respiratória aguda, em seu apartamento em Copacabana, e foi enterrado no Cemitério Comunal Israelita do Rio de Janeiro. Além das obras citadas, Pedro Bloch é também autor de Dicionário de anedotas, Você quer falar melhor?, Samba no pé, Teco-teco e Um pai de verdade.

    31 Livros
    19 Seguidores

    Pedro Bloch