Pode ser encontrado neste Link: http://perse.doneit.com.br/Paginas/DetalhesLivro.aspx?ItemID=989 O caos está à solta. Seja na magia do medieval fantástico, seja nos devaneios sobre a extinção de nosso universo, a expansão caótica do desconhecido nos faz pensar se toda a fantasia não é realidade. Tanto o cyberpunk evoluído quanto o tempo das armaduras e espadas, tudo gira ao redor dos mesmos reis, dos mesmos castelos Os reis somos nós, os homens, impassíveis em suas convicções, indiferentes quanto aos temores, quando preciso for. Os castelos são nossas ambições, imprecisas, inseguras, indestrutíveis. Assim, seja a caça ou o caçador, o estrondo ou o silêncio, tudo nos faz pensar se a vida não se resume a um espetáculo, uma peça teatral que nos resume o que há por vir, que nos limita a buscar o inexistente, a vislumbrar aquilo que existe além do véu de nossos medos. Assim, ao cair da noite, caçaremos o que for preciso, desbravaremos o inferno que nos assolar, avassalando fortalezas e mundos para que sejamos os únicos sobreviventes do holocausto de viver. E só então, após a revolta, teremos a reverência merecida. Baixaremos nossos olhos conforme o estandarte se erguer, vibraremos com nossos cânticos de guerra, com os hinos das nações a quem dedicamos a vida, o patriotismo, a glória surreal. Sem chorar, pois não há lágrimas. Após o ferro e o fogo, nos resta o fim.
