Discursos sobre sexualidade que transitam entre a violência, a sagacidade, alternando com análises rigorosas e provocativas, despertando no leitor idéias sobre o assunto.
Discursos sobre sexualidade que transitam entre a violência, a sagacidade, alternando com análises rigorosas e provocativas, despertando no leitor idéias sobre o assunto.

Alain Finkielkraut é um filósofo francês de origem polonesa. Finkielkraut é um antigo aluno da Escola Normal Superior de St. Cloud, onde entrou em 1969. Ensina cultura geral na Escola Politécnica. Foi eleito membro da Academia Francesa em 10 de abril de 2014. Muito influenciado pelos escritos de Hannah Arendt, ele analisa os estragos da modernidade e a fragilização do meio social. Em certas obras, defende com convição sua ligação com a comunidade judaica, e se inquieta com uma ressurgência na França de um anti-semitismo "de esquerda" e "progressista". Foi por um momento associado ao grupo dos « novos filósofos », juntamente com Pascal Bruckner, André Glucksmann e Bernard-Henri Lévy. Também foi associado ao filósofo Michel Foucault, em uma tentativa frustrada de jornalismo mais aprofundado. Sua presença mediática (autor de livros, apresentador do programa de rádio Réplique(s) da France-Culture, frequentemente presente na televisão) conduziu-o a vários erros, como a célebre crítica « no escuro » feita sobre o filme Underground de Emir Kusturica, (« A Impostura Kusturica », Le Monde, 2 de junho de 1995). A descoberta desta aventura formará a trama do filme Rien sur Robert de Pascal Bonitzer.