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    Foi Assim! - A Obra definitiva de Rampa

    T. Lobsang Rampa

    Record
    0
    188 páginas
    6h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    36 avaliações
    Leram59Lendo1Querem1Relendo0Abandonos3Resenhas1
    Favoritos1Desejados1Avaliaram36

    Um novo livro de Lobsang Rampa é sempre uma alegria, uma justificação e uma revelação ou tudo isso ao mesmo tempo para aqueles que tiveram a fortuna de ler a sua vasta obra já publicada em português pela Record e que vai de A Terceira Visão à Caverna dos Antigos e a Décima Terceira Vela. O homem que vai intrepidamente cumprindo a sua missão de esclarecer o mundo ocidental sobre o verdadeiro significado das coisas do espírito, sobre as qualidades profundas da alma humana e sobre a marcha da civilização para um destino espiritual que os acontecimentos brutais e os homens por demais apegados às coisas materiais e que só têm olhos para ver a palha das coisas e não o seu núcleo essencial de verdade tentam obstruir ou negar, tem sido, como é natural, alvo de muitas suspeitas e muitas acusações, algumas fantasiosas e inaceitáveis, outras até injuriosas, apesar da sua aparência enganosa de verdade. Por tudo isso, Lobsang Rampa resolveu esclarecer o mundo ocidental mais uma vez, já não sobre as grandes verdades metafísicas que constituem o seu corpo de crenças hauridas no segredo e na reclusão dos mosteiros do Tibete e transmitidas de geração em geração por vivos e mortos, mas sobre a sua pessoa, a sua missão e os atos de sua vida. Não se trata propriamente de uma biografia ou de uma defesa. Tanto uma coisa quanto outra estariam fora dos objetivos e da visão da vida de Lobsang Rampa. Mas é uma apresentação da verdade para que não se enganem mais nem os que o admiram, nem os que o detratam. A mentira tem muitas faces, mas a verdade.tem uma só. E é essa face única, que não poderá ser alterada nem pelo entusiasmo, nem pela calúnia, que Lobsang Rampa aqui apresenta com a sinceridade que tem marcado todas as suas obras.

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    Cláudio Tadeu Cavallote picture
    Cláudio Tadeu Cavallote21/01/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Quando os Gatos dominavam

    (...) "Um dos preceptores, especialmente, ficou intrigado com o meu amor pelos gatos, e o afeto evidente dos gatos por mim. O preceptor sabia perfeitamente que eu tinha conversas telepáticas com os gatos. Um dia, depois das aulas, ele estava de muito bom humor, e me viu deitado no chão com quatro ou cinco dos nossos gatos do templo sentados em cima de mim. Ele riu-se da cena e pediu que o acompanhasse até ao quarto dele, o que fiz com alguma apreensão, pois naquele tempo uma convocação aos aposentos de um lama geralmente significava uma repreensão por alguma coisa que se tivesse feito ou deixado de fazer, ou um trabalho extra a ser feito. Portanto, eu o acompanhei a uma distância respeitável, e quando cheguei aos seus aposentos ele mandou que eu me sentasse enquanto dissertava sobre os gatos. — Os gatos — disse — são hoje criaturas pequenas e não conseguem falar a língua humana, mas apenas por telepatia. Há muitos e muitos anos, antes desse determinado Ciclo de Existência, os gatos povoavam a Terra. Eram maiores, quase do tamanho dos nossos pôneis, e conversavam entre si, faziam coisas com suas patas dianteiras, que chamavam de mãos. Dedicavam-se à horticultura e eram geralmente gatos vegetarianos. Viviam entre as árvores e suas casas ficavam nas árvores grandes. Algumas das árvores eram muito diferentes das que hoje conhecemos na Terra, algumas, com efeito, tinham grandes cavidades, como cavernas, e era nessas cavidades ou cavernas que os gatos faziam suas casas. Estas eram quentes, protegidas pela entidade viva da árvore, e ao todo eram uma comunidade de muita afinidade. Mas não pode haver a perfeição em espécie alguma, a não ser que haja insatisfação para provocar o progresso, pois senão a criatura que tiver tal euforia degenera. Ele sorriu para os gatos que me haviam acompanhado e que estavam agora sentados em volta de mim e continuou: — Foi isso o que aconteceu com os nossos irmãos e irmãs Gatos. Estavam felizes demais, contentes demais, não tinham nada que lhes atiçasse a ambição, nada que os levasse a maiores alturas. Não tinham pensamento algum, a não ser que estavam felizes. Eram como aquela pobre gente que vimos há pouco tempo, privada da razão, satisfazendo-se em apenas ficar deitada debaixo das árvores, deixando que as coisas se arrumassem sozinhas. Eram estáticos, e, sendo estáticos, foram um fracasso. De modo que os Jardineiros da Terra os arrancaram como se fossem mato e deixou-se que a Terra ficasse alqueivada poralgum tempo. E, com o tempo, a Terra atingiu um tal grau de maturidade que pôde novamente ser reabastecida de um tipo de entidade diferente. Mas os gatos . . . bom, o mal deles é que não haviam feito nada, nem de bom nem de mau. Tinham existido, só isso — existido. De modo que foram enviados para cá novamente como criaturinhas como as que vemos aqui, foram enviados para aprender uma lição, com o conhecimento íntimo de que ELES tinham sido outrora a espécie dominante, de modo que ficaram reservados, tendo muito cuidado na escolha de seus amigos. Foram enviados para cumprir uma tarefa, a tarefa de vigiar os seres humanos, de modo que quando surgisse o Ciclo seguinte, haveria muitas informações fornecidas pelos gatos. Os gatos podem ir a qualquer parte, ver qualquer coisa, ouvir qualquer coisa, e, não podendo mentir, poderiam registrar tudo exatamente como acontecesse. Sei que fiquei bastante assustado, por algum tempo! Fiquei imaginando o que os gatos estariam contando a meu respeito. Mas aí um gato velho, campeão de muitas lutas, ronronou e saltou para cima dos meus ombros, batendo a cabeça de encontro à minha, de modo que vi que estava tudo bem e que não iam falar muito mal de mim." 🐈🐈🐈

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    3.9 / 36
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    • 4 estrelas17%
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    • 1 estrelas3%
    T. Lobsang Rampa profile picture

    T. Lobsang Rampa

    Talvez os mais novos não o conheçam, mas os outros devem lembrar-se do êxito que foram os seus livros, nomeadamente o best-seller internacional "O Terceiro Olho". Quem era Rampa? Segundo ele afirmava, tinha sido iniciado no Tibete desde a mais tenra idade, onde o próprio Dalai-Lama reparara nele. Este, para reforçar os seus dons de vidência, tinha-o submetido a uma operação ao cérebro chamada "abertura do terceiro olho", que o fizera ascender a um plano de consciencia superior. Com o seu sucesso veio a pergunta: quem era este velho Sábio, que vivia como eremita, longe dos admiradores e da curiosidade vã deste mundo, afirmando-se doutorado de medicina pela Universidade de Tchong-k'ing e Lama do mosteiro de Potala em Lhasa. Foi telepata, magnetizador, astrólogo, cartomante, tarólogo, clarividente, enfim, um homem orquestra do paranormal.

    20 Livros
    46 Seguidores

    T. Lobsang Rampa