Todo trabalho que é empreendido sem um estudo prévio e sem atenção de uma energia concentrada, está fatalmente destinado ao fracasso. Porém a concentração tem seu limite, que não deve ultrapassar, e importa ao magista conhecer o ponto em que deve dar expansão à força concentrada e fazê-la agir para os fins que tem em vista. É daqui que resultam os deveres do magista para com a religião, a pátria e a sociedade, pois, como centro de evolução consciente, deve esforçar-se para que seus irmãos possam progredir. Como demonstra muito bem Papus nesta pequena obra, não há perigo alguma para o treino iniciado, sem sua relação com as classes menos adiantadas, desde que ele tenha sempre os olhos fitos no objetivo principal da obra.
