SHE NEEDS MORE THAN A LOVER. For a hundred years, Marguerite has been imprisoned and used for her powerful psychic abilities. Her only relief comes from her regular visits with Thorne, her vampire lover. His every touch leaves her hungry for more..and aching for their next encounter. When Marguerite is finally set free, she returns to Mortal Earth to begin a new life for herself. She dyes her hair white-blonde, paints her nails blood-red, and seduces a sexy-hot stranger. Why can’t she stop thinking about Thorne? HE NEEDS MORE THAN HER BLOOD. Now that Marguerite is gone, Thorne craves her more than ever..and follows her to Mortal Earth. Unfortunately, he is not the only vampire who wants her. As one of three powerful women with obsidian flame abilities, Marguerite is a valuable treasure—and a dangerous weapon. For Thorne, she is a soulmate he must protect at any cost…even his own life.
Obsidian Flame - (The World of Ascension #5)
Caris Roane
Demorô, hein?
Imagine um personagem masculino que você adora. Aquele cara boa praça, lindo, maravilhoso, um líder nato. Um cara que os colegas de trabalho seguem com orgulho. Um cara que não falta o dia trabalho e nem chega atrasado. Agora imagine este mesmo cara se apaixonando pela mulher mais desqualificada da paróquia. Bonita, mas ordinária. Daquela que quer dormir com TODOS os caras que passar pela frente dela (e quando digo todos, quero dizer TODOS), inclusive os melhores amigos dele, quer casados ou não. Entendeu agora a minha situação por que levei meses lendo este livro? Dá para entender? Uma série que amo de paixão, que quero a todo custo que seja lançada no Brasil, mas que a autora (uma graça de pessoa por sinal) me fez o favor de criar praticamente uma antiheroína. Aff...foi difícil, mas consegui. Do meio do livro para frente as coisas começam a mudar e aí, a história fluiu melhor, a partir da mudança de comportamento de Marguerite. Marguerite teve uma vida difícil. Por ser uma filha com "espírito livre" e filha de pais absurdamente fanáticos religiosos, eles achavam que a filha era um caso perdido e a trancaram numa espécie de convento. Lá a única pessoa com quem ela se dá bem é a doce Grace, religiosa por vocação, e com ela, Marguerite conhece Thorne. A conexão deles é imediata e dali eles passam a ser amantes. Centenas de anos após, quando Marguerite finalmente consegue se livrar dessa prisão, ela e Thorne são acometidos pelo breh heden. Se você se lembrar das resenhas dos livros anteriores, o breh é quando um casal se identifica como alma gêmea um do outro, através de um cheiro característica que um exala para o outro. Os cheiros podem ser os mais estranhos possíveis. Algo que seja pessoal de cada um. No caso de Thorne e Marguerite, para ele, ela cheira a rosas; e para ela, ele cheira a fumo de cachimbo... Livre, Marguerite vai para a Terra Mortal (existem várias Terras nesta série, como se fossem dimensões paralelas) e se produz para recuperar o tempo perdido. Uma vez que uma pessoa é acometida pelo breh, é quase impossível viver sem a sua tampa da panela, sua metade da laranja, ou qualquer porcaria dessa, e com isso, Thorne abandona sua posição de líder dos guerreiros e vai atrás dela. Por uma série de acontecimentos - principalmente pelo fato de que ela é a segunda na tríade Obsidiana e com tanto poder e inimigos atrás dela, ela não consegue se defender sozinha -, ela e Thorne ficam juntos. Mas apenas até que consigam vencer mais um round do inimigo. Papo vai, papo vem, muita pancadaria depois, ela cai em sí de que Thorne é o homem certo para ela e resolve ficar com ele. Mas como desgraça nunca vem desacompanhada, a irmã dele, Grace, é sequestrada e Thorne.... bem, digamos que se Madame Endelle, a chefe "boca suja" de Thorne, não intervisse, ele seria um personagem a menos nessa história. Como se diz, quanto maior o pecado, maior a redenção. E a forma com que Marguerite cai em si e aceita que ao ficar com Thorne na verdade ela não está abrindo mão de sua liberdade, é tocante. Acredite, o livro é bom, a história envolve. Thorne é um guerreiro de mão cheia e seus poderes crescem de uma forma a olhos vistos. Marguerite muda e isso faz a gente respirar aliviada e até ficar feliz. Mas ainda acho que a autora podia ter arrumado uma heroína um pouquinho menos p... Thorne, pelo menos, merecia isso.
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