Trata-se de analisar a relação entre a Lei de Terras promulgada no governo estadual de José Sarney, o processo de expulsão camponesa no Maranhão das áreas inicialmente destinadas pela SUDENE para os remanescentes das secas e o processo de exclusão educacional como uma das mais significativas conseqüências da venda das terras do Estado. Coteja-se essa questão com a resposta dos movimentos sociais, especialmente do MST, apontando a dinâmica e a correlação de forças sociais entre classes e interesses distintos, com ênfase nos dados que mostram a ausência de uma política educacional de inclusão camponesa no sistema de ensino.
