Este é um trabalho em que tudo é fragmento e dispersão. A síntese não existe, existe só o descontínuo - como descontínua é a própria vida.
Este é um trabalho em que tudo é fragmento e dispersão. A síntese não existe, existe só o descontínuo - como descontínua é a própria vida.

Ciro Pellicano estudou Direito e Publicidade. Morou muitos anos em Roma e vive hoje em Nova York. Escreveu crônicas (Última Hora, Folha de São Paulo, Diário Popular; Meio & Mensagem); histórias infantis (Era uma Vez uma Rês, O Porquinho Boa Vida); participou da antologia O Conto da Propaganda; colaborou no tabloide Ovelha Negra; criou textos eróticos para a Revista Status; e preencheu quatro livros de microtextos: A Última Coisa Que Eu Pretendo Fazer Na Vida É Morrer; Quando O Poder Corrompe, Corrompe A Não Mais Poder; As Pessoas Ficam Insuportáveis Quando Eu Bebo; Não Deixe Que Um Dia De Sol Estrague Seu Mau Humor.