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    A Condessa Vésper (Coleção Prestígio) -

    Aluísio Azevedo

    Ediouro / Tecnoprint S. A.
    1976
    215 páginas
    7h 10m
    ISBN-11: 8500906626_
    Português Brasileiro
    4
    107 avaliações
    Leram171Lendo11Querem103Relendo0Abandonos7Resenhas11
    Favoritos1Desejados103Avaliaram107

    A Condessa Vésper é obra de Aluíso Azevedo. Foi publicado em forma de folhetim no periódico Gazetinha com o nome Memórias de um Condenado. Quando transposto para livro foi bastante modificado - ganhando inclusive um capítulo 0. É um romance que traz todos os defeitos da estrutura folhetinesca, mas tem o mérito de traçar um interessante painel da sociedade carioca da época. Com o detalhismo que era característico do autor e da tendência realista, retrata bem a linguagem das camadas mais pobres da população e a dinâmica das bases "podres" da sociedade imperial. Gabriel é o amante apaixonado de Ambrosina, que se viu dominado sob seus caprichos e disposto ao sacrifícios do amor. Ela se transforma em Condessa Vésper ao lado do príncipe D. Filipe. Mas o tesouro da sua beleza haveria de fenecer e ser guardado para a sensualidade do sepulcro.

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    Resenhas (11)Ver mais
    Mateus Celistrino picture
    Mateus Celistrino20/10/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Verdadeira força

    A verdadeira força da Condessa Vésper era sua habilidade de entender as fraquezas e desejos dos outros. Ela sabia exatamente como usar essa informação a seu favor, tornando-se irresistível. A resistência era fútil diante de tal astúcia e encanto. Imagina ter esse poder nas mãos? Impressionante e um pouco assustador.

    41 curtidas

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    • 1 estrelas0%
    Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo  profile picture

    Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo

    Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo (São Luís, 14 de abril de 1857 — Buenos Aires, 21 de janeiro de 1913) foi um novelista, contista, cronista, diplomata, caricaturista e jornalista brasileiro; além de bom desenhista e discreto pintor. Filho do vice-cônsul português David Gonçalves de Azevedo,ainda jovem, enviuvara-se em boda anterior, e de D. Emília Amália Pinto de Magalhães, que se separara de um rico comerciante português, assiste Aluísio, em garoto, ao desabono da sociedade maranhense à união paternal contraída sem segundas núpcias, algo que se configura grande escândalo à época. Foi Aluísio, irmão mais novo do dramaturgo e jornalista Artur Azevedo, com o qual ,em parceria, viria a esboçar peças teatrais.

    121 Livros
    541 Seguidores
    Maranhão, Brasil

    Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo