S.M. -

    Joël Hespey

    Blanche
    2005
    406 páginas
    13h 32m
    ISBN-10: 2911621808

    Publié en 1971 par Régine Deforges à l'Or du temps, S.M. apparut d'emblée comme un des grands textes de la littérature homosexuelle masculine. Immédiatement interdit, le roman de Joël Hespey dut attendre 1994 pour être enfin réédité chez Spengler éditeur. Ecrit dans une langue superbe, S. M. est le récit d'une initiation sadomasochiste entre Marc, l'élève, et Sylvain, son maître. Après chaque séance de domination, Sylvain doit écrire à Marc ce qu'ils viennent de vivre. La lettre devient ici un élément de la discipline que Marc doit accepter pour devenir, s'il le mérite, maître à son tour. Par sa finesse, sa sensibilité et le trouble qu'il dégage, ce roman épistolaire, hommage à la virilité, ne pourra qu'émouvoir ses lecteurs

    Resenhas (1)Ver mais
    Marcos Faria picture
    Marcos Faria10/03/2012Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Não li o livro da moda mas peguei esse "S.M." (Blanche, 2005). O romance epistolar de Joël Hespey (provavelmente um pseudônimo), censurado quando da publicação original em 1974, na coleção L'Or du Temps de Régine Deforges, tem alguns méritos. O primeiro é a verossimilhança dos personagens: a troca de cartas entre Sylvain e Marc parece real, cria uma cumplicidade voyeurista de quem observa o desenrolar de um relacionamento. O segundo é a franqueza: já na primeira carta, Sylvain deixa claro que "chama um cu de cu", sem eufemismos. Isso, mais algumas espertezas - o título ser formado também pelas iniciais dos personagens, a conclusão cíclica inserindo a história dos dois numa longa trajetória que atravessa as gerações. O maior problema é ser longo demais. Na metade do livro praticamente todos os conflitos estão resolvidos e o que se segue é uma arrastada sequência de mais do mesmo, além do mais açucarada em excesso. Outra falha é o desequilíbrio entre o tratamento dos dois amantes. Sylvain surge pronto e acabado: o personagem da primeira página é exatamente igual ao da última, servindo apenas como referência para a transformação radical que Marc atravessa. Publicado também no Almanaque - http://almanaque.wordpress.com/2012/10/02/meninos-eu-li-27/

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