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    O Cristão e a Angustia -

    Hans Urs Von Balthasar

    Fonte Editorial
    2003
    87 páginas
    2h 54m
    ISBN-10: 8586671126
    Português Brasileiro
    3.5
    11 avaliações
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    Hans Urs Balthasar foi um dos maiores teólogos católico-romanos do século 20 e de todos os tempos. Muitas vezes acusado de conservador, foi, todavia, um dos grandes arquitetos do Concílio Vaticano II. Profundamente influenciado por Kierkegaard, Barth, Przywara e Blondel, Balthasar construiu uma das mais belas catedrais intelectuais de todos os tempos. Nesta obra, Balthasar oferece uma interpretação cristã e bíblica do conceito Kierkegaardiano de angústia, um dos temas filosóficos mais fecundos da filosofia contemporânea. Este livro apresenta esta complexa temática em linguagem simples e de uma forma ao mesmo tempo erudita e edificante, o que é, aliás, uma das marcas da teologia de Balthasar.

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    Hans Urs Von Balthasar profile picture

    Hans Urs Von Balthasar

    Hans Urs von Balthasar (Lucerna, 12 de agosto de 1905 — Basileia, 26 de junho de 1988) foi um sacerdote, teólogo e escritor suíço. É considerado um dos mais importantes teólogos do século XX. Nas recentes comemorações do centenário do nascimento, o seu amigo Joseph Ratzinger (papa Bento XVI) afirmou que "a sua vida foi uma genuína busca da verdade", entendida como "busca da verdadeira vida". Von Balthasar procurou "quebrar aqueles circuitos que tantas vezes mantêm a razão prisioneira de si mesma, abrindo-a aos espaços do infinito", disse Bento XVI. E fê-lo estudando filosofia, literatura e as grandes religiões. Hans Urs von Balthasar não era doutorado em Teologia, mas sim em Literatura (tese defendida em 1928: "A questão escatológica na atual literatura alemã"). A busca do divino manifesta-se em todo o lado. Há três grandes pontos de ligação entre este teólogo e o Papa Emérito Bento XVI, para além da amizade que os unia. Escreveram obras a meias (o Correio do Vouga referiu uma na edição de 8 de Junho deste ano, "Maria, Primeira Igreja", Ed. Gráfica de Coimbra), fundaram, com Henri de Lubac, a "Communio, Revista Internacional de Teologia", e unia-os uma paixão comum por Mozart (as notícias das mudanças dos bens de Bento XVI, de um apartamento em Roma para o Vaticano, referiam um piano em que o então cardeal gostava de interpretar Mozart). O teólogo que defendia uma "teologia ajoelhada", em que o pensamento teológico tem de estar ligado à oração e à adoração, em vez de ser mera análise sistemática, foi o grande ausente do Concílio Vaticano II, embora ideias como a da Igreja santa mas "sempre necessitada de purificação e de penitência" lhe fossem caras. Ordenado padre em 26 de julho de 1936, von Balthasar foi jesuíta até 1950. Nesse ano deixou a Companhia de Jesus, como consequência de, no desempenho da sua missão, se ter tornado amigo e confessor de Adrienne von Speyr, uma viúva convertida ao catolicismo. As suas visões e escritos místicos, bem como a Comunidade de São João (para leigos, fundada pelos dois), não eram reconhecidos pela Igreja, pelo que o teólogo se desvinculou dos jesuítas, como "aplicação da obediência cristã a Deus". Entre os mais de mil livros e artigos deste teólogo, destacam-se os sete volumes de A Glória do Senhor (teologia estética, baseada na contemplação do bem, do belo e da verdade), os cinco de Teo-Drama (sobre a acção divina e a resposta humana, especialmente nos acontecimentos pascais) e os três volumes de Teo-Lógica (cristologia e ontologia). Diz-se que Hans Urs von Balthasar era o teólogo preferido de João Paulo II. E, de fato, não pelas suas preferências, mas pelo contributo dado à Teologia e à Igreja, o Papa Wojtyla pretendeu nomeá-lo cardeal-diácono de São Nicolau no Cárcere no consistório de 28 de Junho de 1988, mas von Balthasar viria a falecer dois dias antes.

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