O livro tem uma visão crítica a respeito dos modos de operação das redes sociais e suas implicações políticas. Os autores avaliam criticamente como são construídos esses modos de operação a partir da hierarquia, do governo e da sociedade. É um livro pesado, cheio de referências a filósofos e sociólogos como Foucault, Negri e Hardt (especialmente na parte da Multidão e do Império, onde as redes são constituídas como formas de reconstrução do sistema). Os autores dividem a reflexão entre os nós, que seriam aquelas partes mutáveis, como os protocolos, programas e indivíduos; essenciais, mas que podem reproduzir a estrutura da rede; e as conexões ou arestas, que representam o potencial de mudança, a forma, a organização e o caos da rede. (Daí o nome: o exploit é a falha na rede, o espaço da apropriação, do desvio, da subversão da organização do sistema.) O trabalho lembra muito algumas questões levantadas já pelo Henrique Antoun. Fonte: http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/mais_bibliografia_de_estudo_de_redes.html