Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas5
    • Leitores126
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O que é meu é seu -

    Rachel Botsman , Ro Rogers

    BOOKMAN COMPANHIA ED
    2011
    262 páginas
    8h 44m
    ISBN-13: 9788577808922
    Português Brasileiro
    4.2
    32 avaliações
    Leram53Lendo6Querem66Relendo0Abandonos1Resenhas5
    Favoritos6Desejados66Avaliaram32

    Inspirado na filosofia do compartilhamento de sites como Wikipedia, Twitter e Flickr e mercados de trocas como eBay e Craigslist, a obra pretende argumentar que o consumo colaborativo promove o surgimento de redes de empréstimos, de compartilhamento de automóveis, e até de aluguel de uma cama em um apartamento. O presente livro procura mostrar ainda como as pessoas estão economizando dinheiro, tempo, espaço, levando-as, segundo os autores, a construir relações mais próximas e a passar de consumidores passivos a colaboradores ativos, conseguindo também ganhar dinheiro com isso.

    Resenhas (5)Ver mais
    Keith Matsumoto picture
    Keith Matsumoto07/03/2012Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O acesso é melhor do que a propriedade

    O século XX foi marcado pelo hiperconsumismo, com valorização excessiva da posse e do crédito. Mas, os autores defendem que a bolha econômica de 2008, a poluição e degradação do meio ambiente mostram que este modelo não é sustentável. Segundo eles, o século XXI será marcado por sociedades baseadas no bem comum, com valorização da comunidade e da reputação. Gostei muito da frase: "o acesso é melhor do que a propriedade". Um exemplo bem legal é o da furadeira: para que compramos um equipamento que usaremos de 15 a 20 minutos durante toda a nossa vida? O que eu quero é o furo, e não a furadeira. Em uma aula que tive sobre "Antropologia do Consumo" no Coppead, o professor comentou que o ato de comprar é um construtor de muros e pontes: muro para quem não comprou e pontes para quem já comprou. O livro defende um outro ponto de vista: o que constrói muros e pontes são as comunidades que você participa.Nossa reputação será formatada de acordo com os amigos que temos (facebook), o que lemos (digg), o que fazemos (linkedin), o que comentamos e etc. Outro exemplo legal é o do Nikeplus, comunidade de corrida da Nike. O que dá mais status, comprar o tênis ou participar da comunidade de corrida? Gostei muito desta reflexão. Será que todas as marcas caminharão para a comunização? Bem, o Kotler defende que sim, no livro Marketing 3.0. O consumo colaborativo não é uma contracultura. Ou seja, não é um pensamento para termos uma comunidade de hippies e etc. Ele prega o consumo consciente. Você pode continuar comprando suas roupas novas e compartilhar seu carro, por exemplo.Você pode comprar um berço novo mas conseguir roupas através de escambo. Brinquedos também. Se interessou? Acesse o portal Collaborative Consumption: http://www.collaborativeconsumption.com/the-movement/.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 32
    • 5 estrelas41%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%