Fruto de laboriosa e bem conduzida pesquisa, este ensaio trata de navegantes, bandeirantes e diplomatas, sublinhando o papel desses três agentes sociais na história brasileira, e, mais especificamente, na formação das fronteiras do Brasil.
Fruto de laboriosa e bem conduzida pesquisa, este ensaio trata de navegantes, bandeirantes e diplomatas, sublinhando o papel desses três agentes sociais na história brasileira, e, mais especificamente, na formação das fronteiras do Brasil.

Synesio Sampaio Goes Filho nasceu em Itu (SP) em 1939. Formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, desenvolveu por mais de quatro décadas excelente carreira na diplomacia, tendo ocupado postos de relevo no Brasil e sido embaixador em Bogotá, Lisboa e Bruxelas. Ex-professor de História Diplomática do Instituto Rio Branco do Itamaraty, tem escrito artigos sobre temas brasileiros em revistas especializadas como Política Externa, da USP, e a Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, do qual é membro. Redigiu capítulos em obras coletivas como Rio Branco: 100 anos de memória; Varnhagen: diplomacia e pensamento estratégico; Pedro Teixeira, a Amazônia e o Tratado de Madri; Pensamento diplomático brasileiro; e Obras do Barão do Rio Branco. Trabalhou também na Presidência da República e no Ministério da Fazenda. Integrou várias delegações brasileiras em reuniões internacionais. No exterior, foi Secretário de Embaixada em Paris e Lima, Ministro-Conselheiro em Londres, Cônsul-Geral em Milão e Embaixador em Bogotá, Lisboa e Bruxelas. Possui diversas condecorações estrangeiras e, do Brasil, entre outras, as Grã-Cruzes da Ordem de Rio Branco, da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. É membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Academia de História de Portugal. Ex-professor de História Diplomática do Brasil do Instituto Rio Branco e de Comércio Internacional da Faculdade de Economia da FAAP. Tem artigos publicados em periódicos especializados em História do Brasil e Política Internacional, tais como “Oceanos”, de Portugal, “Política Externa” da USP e a “Revista do Instituto Histórico Brasileiro”. Seu livro Navegantes, bandeirantes, diplomatas, considerado um clássico da nossa história diplomática, é visto por Celso Lafer como “uma chave importante para a compreensão e entendimento do Brasil”. Publicou também Fronteiras do Brasil e, no campo do humanismo laico, A bela viagem. É membro da Academia Paulista de Letras.