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    How to be a woman -

    Caitlin Moran

    Ebury Press
    2011
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-10: 0091940737
    3.7
    29 avaliações
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    Favoritos1Desejados50Avaliaram29

    "Before we start, let's be clear: this is a great big hoot of a book. There are lines in it that will make you snort with laughter, situations so true to life that you will howl in recognition. It is very, very funny. So, you could read it just for that, for the entertainment value. However, if you are female, and particularly if you are a female under 30, then, tucked around the jokes, Moran has provided you with a short, sharp, feminist manifesto. It's not academic: she doesn't present a research paper into gender differences in pay or interview women who have suffered domestic abuse. Instead, she uses her own life to examine the everyday niggles of everyday womanhood – hair removal, getting fat, tiny pants, expensive handbags – as well as the big stuff such as work, marriage and kids. She pins each topic out like a live, wriggling, sexist frog, ready for dissection. But, instead of scalpelling it into little bits, as, say, Germaine Greer would, Moran tickles it so hard that the frog has to beg for mercy and hop off..." Miranda Sawyer The Observer, Sunday 26 June 2011 Source: http://www.guardian.co.uk/books/2011/jun/26/caitlin-moran-how-be-woman

    Resenhas (1)Ver mais
    Rafaela Hübner picture
    Rafaela Hübner19/01/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Arrastando as Alpargatas

    Fico até com vergonha de dizer, mas até ler esse livro, não me considerava uma feminista. Apesar de acreditar nos "valores feministas" sempre achei o papo meio tenso, não me interessava muito, ia deixando pra lá. Ele fez eu me reconhecer feminista e buscar mais leituras sobre o assunto. É um livro leve, divertido e me fez pensar muito. É um livro que propõe tirar o feminismo da academia e trazer para o dia-a-dia. Até porque, creio, que no estágio em que estamos, direitos iguais seja uma bandeira levantada por todos. Ou será que existe alguém ainda que gostaria de ser discriminado? Rotulado? Ganhar menos pelo mesmo trabalho? Quero crer que todos queiramos direitos iguais, seja entre homens e mulheres ou no que se trata de minorias, somos todos humanos, devemos ser todos iguais, seja o sexo, cor, raça, sexualidade, religião ou partido político, enfim... Aqui ela fala, através de suas próprias memórias de temas "menores", porém tão importantes temas de reflexão que se agigantaram com a leitura. A autora trata desde paixonites de infância, menstruação, aborto, depilações "à brasileira", pornografia, até vocabulário. Então, ela vai contando a sua vida e as primeiras vezes em que percebeu que ser mulher era diferente de ser homem. De como o papel da mulher passou de mamãe, dona de casa a pornô superstar. Mulheres não são incubadoras de bebês, mas também não são dominatrix(es?) sexualizadas. Ela fala de ser gorda, das "solteironas" e fala também sobre as acusações de que feministas são mulheres mal comidas, que não depilam as axilas e detestam homens. A questão não é essa, a questão que o feminismo propõe é que, mesmo reunindo essas características num único ser feminino, não importa, todos deveríamos ter a liberdade de ser quem somos, independentemente de rótulos. Um tema que foi um grande 'abridor' de olhos para mim, foi quando a autora trata da pornografia - abre uma pausa para diferenciar pornografia de indústria pornográfica, enquanto a pornografia é a sexualização crua dos comportamentos, a indústria pornográfica investe em criar desejo, erotismo, sensualizar as relações. Acho que esse, talvez, seja um problema que atinge as mulheres mais diretamente. Com a Internet, a exposição de fotos íntimas para o público, a sexualização da mulher (preciso falar dos comerciais de cerveja?). A autora discute até o vocabulário utilizado, porque tetas é no pornô, o que nós ostentamos são seios, o que um médico examina são seios. Fiquei tão envolvida com a leitura, anotei várias sugestões de leitura ao longo do livro. Agora, sem vergonha, virei feminista de carteirinha. Eu li no inglês, porém, existe a tradução desse livro, com uma capa linda! Vale a leitura, para mulheres ou homens, para quem estiver interessado em se libertar de rótulos.

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    Avaliações

    3.7 / 29
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas45%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas7%
    Catherine Elizabeth Moran profile picture

    Catherine Elizabeth Moran

    Nasceu em 1975 na Inglaterra. Aos dezesseis anos, lançou seu primeiro romance e aos dezoito virou colunista do Times. Recebeu inúmeros prêmios como jornalista e romancista. Vive no twitter, discutindo feminismo e outras causas humanitárias.

    6 Livros
    33 Seguidores
    Reino Unido, Inglaterra

    Catherine Elizabeth Moran