Durante o século II, o reino de Roma gozou da época de maior esplendor de seu poder mundial. Sob o governo de Trajano (98-117), primeiro imperador procedente das províncias, o reino romano conseguiu sua máxima expansão após a conquista da Dácia, do reino da Nabateia, Mesopotâmia e Armênia. Seu sucessor, Adriano (117-138), abandonou a política de conquista que tinha Trajano, retirou-se da área do Eufrates, fez as pazes com o reino da Pártia e sua política se centrou na proteção das fronteiras. O comércio de bens na área do Mediterrâneo aumentou consideravelmente, tanto que nas províncias como da África, Índia e China se enviavam produtos para Roma (...). A privilegiada posição da Itália, dentro da área da agricultura e do artesanato, viu-se prejudicada pela competitiva situação(...) [Além disso], o governo romano teve de lutar contra as invasões de marcomanos, quados e jazygen na área do Danúbio. O Império Romano sofreu essa contínua ameaça militar durante todo o século III. As invasões de alemães, franceses, godos e herulas puderam unicamente ser contidas graças ao supremo esforço de todo o potencial militar, embora em algumas regiões tenha tido de aceitar-se a perda do território.
Grande História Universal - volume VI - O declínio do Império romano
Elisabetta Bovo, Alfredo Buonopane
Folio
2007
120 páginas
4h 0m
ISBN-10: 8441323054
Português Brasileiro
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