Ao contrapor e cotejar a vida e a obra de Michel Foucault com as de seus mais ilustres contemporâneos - Georges Dumézil, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Georges Canguilhem, Roland Barthes, Jacques Lacan e Claude Lévi-Strauss, entre outros -, Didier Eribon revela como uma filosofia que se empenhou em pensar seu presente consegue sobreviver às suas condições de emergência, constituindo um vigoroso elemento de nossa atualidade.
