É no rugido da selva de concreto e aço que se passam os poemas de Cuotidiano. Diga-se de passagem que a grafia do título do e-book não remete diretamente a nenhum arcaísmo linguístico, mas à palavrinha mágica tão banida nas etiquetas da boa família. Alexandre Aguiar faz com que o dia a dia do trânsito e da cidade no coração de um poeta proletário permeie todo o imagético da coletânea, em uma escrita compulsiva e visceral que é bem própria do bom verso livre.
Cuotidiano -
Alexandre Aguiar
Castanha Mecânica
2008
66 páginas
2h 12m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
Estatísticas
Avaliações
0 / 0- 5 estrelas0%
- 4 estrelas0%
- 3 estrelas0%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%