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    Sangre y Arena -

    Vicente Blasco Ibáñez

    Santillana
    2009
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-13: 9788497131100
    Espanhol
    2.9
    42 avaliações
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    Un viaje por el arte tauromaquico. Este autor nos pinta un retrato real, me parece, del ambiente tauromaquico de finales del siglo XIX y principios del XX. Su héroe se llama Gallardo y toda su vida se desarrolla bajo los ojos de los lectores gracias a un estilo fluido. Gallardo es emocionante. Diria mas: él es emocion. Se expresan sus miedos, sus supersticiones, sus ganas, su amor, su valor, su genuidad. A veces, parece como una caricatura sobre todo cuando se lo describe en la cumbre de su gloria cuando despilfarra el dinero ganado, bebe con los aficionados o aun cuando da la espalda a la clase popular de la que sale, cuando ama a Dona Sol. Por otro lado, podria ser una caricatura también porque el autor cogio trozos de vida de varios toreros y los reune en un sólo hombre. Pero el relato es jadeante y los rasgos de carácter de Gallardo son tan fuertes que ni parece exagerado. Leí esta obra en una edición que sale con muchas notas para el que no conociera nada de esta tradición española. Se pasa por todas las fases, de la miseria al triunfo. Se explican las becerradas, la cría de los toros, se pone en evidencia las escuelas de Ronda y de Sevilla, se contraponen las plazas de Sevilla y de Madrid. Es una verdadera oda a este arte. Y también no deja de mostrar los lados oscuros, más matizados es verdad como por ejemplo, los ríos de sangre durante las cogidas, las matanzas de cabellos (que todavía no tenían peto), la deslealtad del público sólo ávido de espectáculo. Es una novela muy bien escrita que nos ayuda a saber mucho de la corrida: un mundo muy cerrado que despierta la codicia pero con valores de mucha honra en cuanto a los que se atreven a enfrentarse al bicho...

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    Vicente Blasco Ibáñez profile picture

    Vicente Blasco Ibáñez

    asceu em Valência a 29 de janeiro de 1867. Filho de Ramona Ibáñez e do comerciante Gaspar Blasco. Cursou os estudos de direito, na Universidade de Valência, anos nos quais pertenceu à Tuna, licenciando-se em 1888, embora sem praticamente exercer tal carreira. Dividiu a sua vida entre a política,o jornalismo, a literatura. Definia-se como um homem de ação, antes de literato. Entusiasta de Miguel de Cervantes em torno à história e a literatura espanholas. Anos depois, já sendo um dos romancistas mais famosos de então, marchou até Paris, coincidindo com o começo da Primeira Guerra Mundial. Participou em política de Brandon, caracterizando-se pelos os seus ideais republicanos e pela sua oposição à monarquia, manifestando os mesmos no jornal El Pueblo, que fundou em novembro de 1894. Foi detido em 1896 e condenado a vários meses de prisão. Entre 1898 e 1907, ocupou cadeira no Congresso dos Deputados representando o Partido Republicano, denominado União Republicana, entre o republicanismo unitário e o federalista; mais tarde, pelas suas discrepâncias com o partido, integrou-se ao Partido de União Republicana Autonomista. Recebeu a encomenda do presidente francês Raymond Poincaré de escrever um romance sobre a guerra. E esta foi Os quatro ginetes do Apocalipse (1916). O autor valenciano cultivou vários gêneros dentro da narrativa. Assim, obras como Arroz e tartana (1894), Canas e barro (1902) ou A barraca (1898), entre outras, podem-se considerar romances regionais. Ao mesmo tempo, destacam-se os seus livros de caráter histórico, entre os quais encontram-se: Mare Nostrum, O cavaleiro da Virgem, o já citado Os quatro ginetes do Apocalipse (1916), O Papa do Mar, Aos pés de Vênus ou de caráter autobiográfico como A malha despida, A vontade de viver e até mesmo Os Argonautas, na qual mistura algo da sua própria biografia com a história da colonização espanhola da América. Também se destaca A catedral, detalhado afresco dos eclesiásticos da catedral de Toledo. Morreu em Menton (França) a 28 de janeiro de 1928. Os seus restos foram repatriados cinco anos mais tarde, durante a Segunda República Espanhola, e chegaram ao porto de Valência a 29 de outubro de 1933. Embora por alguns críticos fosse incluído entre os escritores da Geração de 98, os seus coetâneos não o admitiram entre eles. Vicente Blasco Ibáñez era filho de aragoneses e produziu as suas obras em castelhano, apesar de fornecer algum conto curto em valenciano para o almanaque da sociedade El Rat Penat. Conservou uma vila na Praia da Malvarrosa de Valência, na qual debatia com os intelectuais e amigos da sua época. Esta vila, atualmente restaurada, é a "Casa Museu Vicente Blasco Ibáñez". Começa a imbricar-se na vida política de Valência ao assistir às reuniões que o partido A Bandeira Federal organizava no casinho das Juventudes Federais. Nas suas primeiras intervenções em público monstra um enorme poder de persuasão. Enfrenta-se à realidade da Valência daqueles tempos na qual o analfabetismo do povo se unia a umas condições de vida precárias, e tudo isso unido a umas crenças anquilosadas e inimigas de tudo melhoramento. Blasco Ibañez vê-se na necessidade moral de denunciar os abusos e contribuir para o progresso do povo. Ao organizar manifestações contra Cánovas del Castillo, é perseguido pela justiça e oculta-se; finalmente chegou a Paris, onde passou o Inverno de 1890 ao 1891. Escreveu crônicas do que via para alguns jornais e começou a sua etapa jornalística. Aos 16 anos já tinha fundado um jornal semanal que, pela sua minoridade, pôs a nome de um amigo seu sapateiro. Depois fundará a editorial Prometeo, ainda vigente na atualidade. Fonte: Pt.Wikipedia.org

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    Valência, Espanha

    Vicente Blasco Ibáñez