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    The Mystery of Mercy Close - Família Walsh livro 5

    Marian Keyes

    Penguin Books
    2012
    528 páginas
    17h 36m
    ISBN-13: 9780718176815
    3.7
    52 avaliações
    Leram69Lendo12Querem84Relendo0Abandonos2Resenhas4
    Favoritos3Desejados84Avaliaram52

    “I employ this thing I called The Shovel List.” “A shovel..?” “No, a shovel list. It’s more of a conceptual thing. It’s a list of all the people and things I hate so much I want to hit them in the face with a shovel.” Helen Walsh doesn’t believe in fear – it’s just a thing invented by men to get all the money and good job – and yet she’s sinking. Her work as a Private Investigator has dried up, her flat has been repossessed and now some old demons have resurfaced. Not least in the form of her charming but dodgy ex-boyfriend Jay Parker, who shows up with a missing persons case. Money is tight – so tight Helen’s had to move back in with her elderly parents – and Jay is awash with cash. The missing person is Wayne Diffney, the ‘Wacky One’ from boyband Laddz. He’s vanished from his house in Mercy Close and it’s vital that he’s found – Laddz have a sell-out comeback gig in five days’ time. Things ended messily with Jay. And she’s never going back there. Besides she has a new boyfriend now, the very sexy detective Artie Devlin and it’s all going well, even though his ex-wife isn’t quite ‘ex’ enough and his teenage son hates her. But the reappearance of Jay is stirring up all kinds of stuff she thought she’d left behind. Playing by her own rules, Helen is drawn into a dark and glamorous world, where her worst enemy is her own head and where increasingly the only person she feels connected to is Wayne, a man she’s never even met. Utterly compelling, moving and very very funny, The Mystery of Mercy Close is unlike any novel you’ve ever read and Helen Walsh – courageous, vulnerable and wasp-tongued – is the perfect heroine for our times.

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    Psychobooks15/10/2012Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O final da saga chegou. Não tenho como avaliar a leitura deixando meus sentimentos pela autora de lado. Já aviso: essa resenha é completamente desprovida de qualquer tipo de crítica coerente. Sou fã, sou tiete e farei o que manda o meu papel: tietarei. Espero que isso tenha ficado claro. No quinto livro das irmãs Walsh, Marian Keyes finalmente arremata a história da família dando voz à Helen, a quinta irmã e a única que parecia para nós, com base nos outros livros da série, que nunca iria sossegar nem se deixar amarrar por ninguém. Helen sempre foi um espírito livre, sempre disposta a aceitar todos os desafios propostos e sempre a mais engraçada e desprendida de todas. Quem não se lembra das passagem dela com a Mamãe Walsh em "Tem Alguém aí?" (livro da Anna); o toque de humor foi dado pela dupla, então confesso que tinha muita fé no desenrolar de sua trama. Tudo o que acontece em alguma fronte de nossas vidas gera consequências em outra. Esse livro de Marian - como o "Férias!", da Rachel - refletiu completamente o momento vivido pela autora. Marian Keyes ficou um tempo afastada da escrita por conta de uma depressão que a tolheu completamente; acompanhamos Helen Walsh nessa mesma situação: sem emprego, sem casa, sem perspectiva e retornando ao quadro depressivo após 6 meses de sua recuperação. Não era o que eu esperava da personagem, também não é a atmosfera comum dos chick-lits que conhecemos, mas, como sempre, Marian Keyes consegue surpreender e apesar da carga de sentimentos que o quadro psicológico da personagem emprega ao livro, há também leveza e bom-humor. Há romance e há, acima de tudo um envolvimento completo por conta da escrita. A Saga das irmãs Walsh é intimista demais, não apenas para nós leitores, mas acredito que também para a autora. Os livros da série são os únicos que a Marian escreve em primeira pessoa, isso diz um pouco da ligação que ela tem com a família; uma ligação que transpassa as páginas dos livros e chega até nós, leitores. Discorrerei. Helen é mal-humorada, boca suja, verborrágica e depressiva. Durante todo o livro ela consome apenas salgadinhos e Diet Coke - a famosa Coca Zero, aqui no Brasil. A relação com a leitura é tão grande que me vi continuamente em sintonia com a protagonista. Fiquei mal-humorada, falei umas verdades a quem não devia (Edu, meu marido, sofre com minhas alterações livrísticas), me senti deprimida em vários momentos e sim, queridos amigos, cometi o maior pecado de todos, tomei Coca Zero - a.k.a. o caldo que escorre de inferno, de tão ruim que a bicha é. É assim que a escrita de Marian mexe comigo. Sem querer, me vejo envolvida de tal forma que fica impossível não me deixar ser consumida por todas as manias de suas personagens e me ver constantemente na companhia delas. Há também o crescimento de cada uma delas mostrado com o tempo correndo pareado com o nosso. A história de Claire foi contada em 1995 com o nascimento de sua filha; hoje, em 2012, Kate tem 17 anos. Os personagens envelhecem com a gente, o tempo passa para eles. É como se durante o tempo em que não sabemos o que está acontecendo com elas - já que a Marian não passa o tempo todo contando pra gente a vida das Walsh (uma pena, diga-se de passagem) -, suas vidas seguissem normalmente. Há um reconhecimento, entendem? As personagens falam de fatos da atualidade, comentam personalidades da mídia... Enfim, o livro é temporal, sabemos o tempo todo em que época que estamos, o que nos dá uma conexão ainda maior com a história. Infelizmente só acompanhamos uma semana da vida de Helen... É pouco após tantos anos de espera. Seu humor característico e sua verborragia são fantásticos! O ponto alto da narrativa é sua "Shovel List", uma lista com todas as pessoas, objetos, interjeições e afins que Helen gostaria de bater com uma pá na cara.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 52
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas2%
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    Marian Keyes

    Marian Keyes é uma escritora irlandesa. Graduou-se em Direito na Dublin University, sem, contudo, jamais ter exercido a profissão. Morou em Londres por muitos anos, trabalhando ora como garçonete ora em escritórios. Neste mesmo período começou sua luta contra o vício do alcoolismo e inclusive uma tentativa de suicídio, depois de vencida a batalha, alcançou o sucesso como escritora. Autora de vários best sellers do gênero Chick Lit, os seus livros exploram o universo feminino com muito humor e leveza. Seus temas centrais no entanto levam a tona muitos assuntos delicados, tais como: luto, depressão pós parto, violência domestica... As personagens criadas pela escritora possuem perfis realistas, que permitem com que o leitor se identifique com a trajetória de vida narrada.

    149 Livros
    2.506 Seguidores
    Munster, Irlanda

    Marian Keyes