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    Seleta -

    Gregório de Matos

    Seleta
    2011
    19 páginas
    38m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3
    54 avaliações
    Leram108Lendo3Querem17Relendo1Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados17Avaliaram54

    Seleção de poemas de Gregório de Matos Guerra: 1 - A Nosso Senhor Jesus Christo com actos de arrependimento e suspiros de amor (Ofendi-vos, Meu Deus, bem é verdade); 2 - A Jesus Cristo Nosso Senhor (Pequei, Senhor, mas não por que hei pecado); 3 - Inconstância dos bens do mundo (Nasce o sol, e não dura mais que um dia); 4 - À cidade da Bahia (2) (soneto) / (Triste Bahia! ó quão dessemelhante); 5 - A Maria dos povos, sua futura esposa (Discreta e formosíssima Maria); 6 - Epílogos (Juízo anatômico dos achaques que padecia o corpo da república...) / (Que falta nesta cidade? ...................Verdade); 7- A uma dama (Vês esse Sol de luzes coroado?); 8 - A instabilidade das cousas no mundo (Nasce o Sol, e não dura mais que um dia); 9 - A certa personagem desvanecida (Um soneto começo em vosso gabo); 10 - Aos principais da Bahia chamados caramurus (Um canção de pindoba, a meia zorra); 11 - À procissão de cinza em Pernambuco (Um negro magro em sufulié justo); 12 - Milagres do Brasil São (Um branco muito encolhido); 13 - Retrato/Dona Ângela (Anjo no nome, Angélica na cara!); 14 - Contemplando nas cousas do mundo (Neste mundo é mais rico o que mais rapa); 15 - E pois coronista sou / Se souberas falar também falaras; 16 - Ao padre Lourenço Ribeiro, homem pardo que foi vigário da freguesia do Passé (Um branco muito encolhido); 17 - Define a sua cidade (De dous ff se compõe); 18 - Descreve a vida escolástica (Mancebo sem dinheiro, bom barrete); 19 - À cidade da Bahia (2) / (A cada canto um grande conselheiro); 20 - Aos vícios (Eu sou aquele que os passados anos); 21 -Descreve a confusão do festejo do Entrudo (Filhós, fatias, sonhos, mal-assadas); 22 - Solitário em seu mesmo quarto à vista da luz...( Ó tu do meu amor fiel traslado); 23 - Aos afetos e lágrimas derramadas (Ardor em firme coração nascido); 24 - Admirável expressão que faz o poeta de seu atencioso silêncio (Largo em sentir, em respirar sucinto); 25 - Definição do amor – romance (Mandai-me, Senhores, hoje);

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    Gregório de Matos e Guerra

    Gregório de Matos e Guerra (Salvador, 23 de dezembro de 1636[1] — Recife, 26 de novembro de 1695), alcunhado de Boca do Inferno ou Boca de Brasa, foi um advogado e poeta do Brasil . É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período.

    46 Livros
    100 Seguidores
    Bahia, Brasil

    Gregório de Matos e Guerra