As tantas criaturas que transitam pelas páginas de "O Poder das Amarras" não vêem a vida peloseu desfrute pessoal, isto é, de conquistas particulares,desinteressadas da participação dos outros. Os outros é que importam, outros que não são apenas ricos oupobres, mas os muitos que nascenm, vivem e morrem em eterna cercadura alternada de verdes e secos, e onde, mesmo assim, nos extremos de sua contingência paradoxal,o homem aindo pode entender e amar a natureza.
