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    A "Não-Me-Toques" -

    Artur Azevedo

    Correio da manhã
    1902
    6 páginas
    12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    8 avaliações
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    Favoritos0Desejados5Avaliaram8

    "A Não-Me-Toques", conto de Artur de Azevedo, foi publicado em outubro de 1902, no Correio da Manhã. Conta a história de Antonieta, a "Não-Me-Toques", assim chamada por dispensar todos os pretendentes que seu pai lhe arrumava. Muito à frente de seu tempo, ela não queria se casar por dinheiro ou conveniência, mas por amor. Diante da morte dos pais, não viu outro jeito senão unir-se em matrimônio com José Fernandes. Mas um trágico acontecimento está por vir. Um conto que tinha tudo para ser forte, mas escrito de forma leve que proporciona ao leitor uma leitura interessante. Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu em 1855 e foi um dramaturgo, poeta, contista e jornalista brasileiro. Escreveu por volta de duzentas peças e tentou fazer surgir o teatro no Brasil. Faleceu no Rio de Janeiro em 1908.

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    Yussif Chahin17/05/2012Resenhou um livro
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    "A Não-Me-Toques", conto de Artur de Azevedo, foi publicado em outubro de 1902, no Correio da Manhã. Conta a história de Antonieta, a "Não-Me-Toques", assim chamada por dispensar todos os pretendentes que seu pai lhe arrumava. Muito à frente de seu tempo, ela não queria se casar por dinheiro ou conveniência, mas por amor. Diante da morte dos pais, não viu outro jeito senão unir-se em matrimônio com José Fernandes. Mas um trágico acontecimento está por vir. Um conto que tinha tudo para ser forte, mas escrito de forma leve que proporciona ao leitor uma leitura interessante. Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu em 1855 e foi um dramaturgo, poeta, contista e jornalista brasileiro. Escreveu por volta de duzentas peças e tentou fazer surgir o teatro no Brasil. Faleceu no Rio de Janeiro em 1908.

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    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu em 7 de julho de 1855, em São Luís - MA e faleceu em 22 de outubro de 1908, na cidade do Rio de Janeiro. Filho de David Gonçalves de Azevedo, vice-cônsul de Portugal em São Luís, e Emília Amália Pinto de Magalhães. Em 1871 escreveu uma série de poemas satíricos sobre as pessoas de São Luís, perdendo o emprego de amanuense (copista de textos à mão). Seguiu para o Rio de Janeiro aos 18 anos de idade (1873), onde foi tradutor de folhetins e revisor de "A Reforma", tornando-se conhecido por seus versos humorísticos. Escrevendo para o teatro, alcançou enorme sucesso com as peças "Véspera de Reis" e "A Capital Federal". Fundou a revista "Vida Moderna", onde suas crônicas eram muito populares. Colecionador de obras (pinturas, gravuras e esculturas) e crítico de arte nos jornais cariocas, constituiu um vasto acervo denominado postumamente de "Coleção Arthur Azevedo de Gravuras". Foi amigo de artistas como Victor Meirelles, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Modesto Broccos e João Zeferino da Costa. Artur de Azevedo, prosseguindo a obra de Martins Pena, consolidou a comédia de costumes brasileira, sendo no país o principal autor do Teatro de revista, em sua primeira fase. Sua atividade jornalística foi intensa, devendo-se a ele a publicação de uma série de revistas, especializadas, além da fundação de alguns jornais cariocas. Era irmão mais velho do escritor Aluísio Azevedo, autor de "O Cortiço" e "O Mulato".

    33 Livros
    15 Seguidores
    Maranhão, Brasil

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo