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    Death and the Arrow -

    Chris Priestley

    Knopf Books for Young Readers
    2003
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9780375824661
    3
    1 avaliação
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    Fifteen-year-old Tom Marlowe, and the rest of London, is fascinated by a string of murders: People are being killed with arrows shot from above, and each victim has a ?Death and Arrow? card with him. Danger and intrigue abound, especially when Tom?s friend, a young pickpocket, is also found murdered. But who would want to kill Will? To avenge his friend, Tom sets out with Dr. Harker, a family friend and retired adventurer, to discover who is behind these seemingly unsolvable murders. Unbeknownst to them, they?re caught up in a dangerous web of murder and deception that began years before in the American colonies with a massacre of the Mohawk tribe. A captivating and richly detailed historical novel, set in atmospheric 1715 London and the colonies, is sure to keep readers on the edge of their seat.

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    Luciana Darce picture
    Luciana Darce19/05/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Li esse livrinho de uma sentada, numa tarde só – coisa assim de uma hora, se muito. O nome do Chris Priestley foi o que primeiro me chamou a atenção para ele – porque fiquei encantada com a forma de contar histórias desse homem – de forma que para fechar o meu maio de crimes, decidi tirá-lo da estante. Inicialmente eu bati o olho no nome do protagonista e quase entrei em parafuso. Marlowe, Marlowe, Marlowe, vai ser o rival de Shakespeare! Mas aí a data não coincidia (a história acontece em 1715), nem o primeiro nome do personagem (que é Tom, não Christopher). Ok, tudo bem, nada de rivalidades dramatúrgicas. Mas tem mortes misteriosas e cartas marcadas com uma imagem da morte segurando um arco e flecha, tudo isso numa Londres tão vívida com seus becos sem saída, seu cais, suas prisões sua neblina, que você realmente entra no clima da história. Tom Marlowe tem quinze anos e trabalha com o pai na pequena gráfica da família. Por conta de seu trabalho, Tom se torna amigo do Dr. Harker – um típico mentor, que já viajou por todo o mundo e sabe muitas histórias. Quando mortes misteriosas começam a acontecer na cidade – homens assassinados com uma flecha em lugares onde não haveria como serem atacados sem reagirem e sempre encontrados com uma carta que os avisa que são homens marcados – os dois se interessam pelo assunto. Aliás, esse interesse não é nem de longe estranho, considerando que execuções públicas estavam no cardápio do dia de diversões para o povo. O interesse de Tom teria ficado apenas na curiosidade se, porém, uma das vítimas não fosse seu melhor amigo, o jovem Will. Aí a coisa vira pessoal, e o garoto acaba se envolvendo numa história que mistura ganância, traição e vingança e que tem suas raízes nas colônias americanas. O livro é infanto-juvenil, mas, ainda que seu final seja extremamente ingênuo, ele trabalha com algumas questões muito sérias. Você deixa nas entrelinhas a problemática de genocídio ameríndio, e do confronto entre justiça e vingança – e a situação em que os personagens se encontram na história por conta de suas escolhas não é fácil e o fim é um tanto moralmente ambíguo. Ele ganharia muito se tivesse sido mais desenvolvido, mais amadurecido – mas leve-se em conta que o público alvo dele não são adultos. Ainda assim, é uma leitura leve, interessante, rápida. É uma boa para quem está querendo treinar o inglês e gosta de histórias de mistério. (resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)

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    Chris Priestley

    O interesse de Chris Priestley em histórias arrepiantes vem desde sua adolescência. Pelos nomes dos dois principais personagens do livro, é possível verificar as influências do autor ao escrever a obra. Tio Montague e seu sobrinho, Edgar, tiveram seus nomes inspirados por dois grandes escritores de imortais linhas macabras: M. R. James (Montague Rhodes James) e Edgar Allan Poe. Seguindo os passos de James e Poe, o estilo narrativo de Priestley e os elementos usados nos contos são clássicos. Casas mal-assombradas, pactos com demônios, monstros estranhos, relíquias amaldiçoadas e uma cornucópia de sons e vultos que arrepiam a alma fazem de Contos de terror do tio Montague um bom exemplo de literatura de terror para jovens, mas com um toque de nostalgia para os adultos.

    7 Livros
    39 Seguidores

    Chris Priestley