
estudou em Inglaterra as civilizações orientais, passou vários períodos em França, pensando mesmo abandonar a pátria definitivamente, esteve em Itália, Grécia, Turquia, etc. Aquando da estadia em Paris, onde estudou música, entrou em contacto com o cubismo e com o surrealismo. Publicou o seu primeiro livro em 1932, bastante hostilizado pelo seu niilismo de cariz modernista: «dá-me veneno que me mate ou sonho de que viva».Com uma vida emocional bastante atribulada, Ekelöf rendeu-se aos prazeres do álcool. Trabalhou como crítico literário no Social-Demokraten e fundou a revista avant-garde Karavan. Foi sempre um outsider, sofrendo por isso de ostracismo e incompreensão permanentes.