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    A Dama das Camélias (Coleção Aventuras Grandiosas) -

    Alexandre Dumas

    Rideel
    2004
    32 páginas
    1h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.4
    8 avaliações
    Leram15Lendo0Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados3Avaliaram8

    Em linhas cheias de romantismo, o escritor narra a história do estudante de Direito, Armand Duval, descendente de uma respeitável família interiorana, que se apaixona por uma requisitada cortesã parisiense, chamada Marguerite Gautier - fato que deixa a sociedade escandalizada.

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    R .22/03/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Edição Rideel (Coleção Aventuras Grandiosas, 2004)

    Revendo a resenha do romance na versão integral, as percepções que guardei destacaram a transitoriedade da vida e disposição de viver com intensidade a felicidade (algo subjetivo, como nas escolhas da jovem protagonista). Também fiquei impactado com o amor que se importa com os interesses de quem se ama, desapegado de egoísmo (igualmente presente em Margarida Gautier). A edição da RIDEEL é em resumo, lido para recordar a história, mas não curti. Resumos podem ser bem sucedidos, o que não foi o caso deste, subtraído da sensibilidade romântica que toca, parecendo mais uma sucessão robotizada sem alma, pelo menos em minha leitura foi assim. A parte lúgubre sobre o cadáver, loucura melancólica, foi extirpada. Enfim, essa edição não foi de leitura satisfatória. Do que restou, além do desencanto com a adaptação, a lembrança do livro "Manon Lescaut' que desejo ler também. Leitura em Macapá, idos da pandemia, no Dia Mundial da Àgua (a galera da minha rua está economizando, pois hoje é segunda-feira e está faltando na torneira desde sexta... Ôche!)

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.4 / 8
    • 5 estrelas13%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas0%
    Alexandre Dumas, filho profile picture

    Alexandre Dumas, filho

    Alexandre Dumas filho nasceu em Paris, França, filho ilegítimo de Marie-Catherine Labay, uma costureira, e do romancista Alexandre Dumas. Em 1831 seu pai o reconheceu legalmente e assegurou uma boa educação ao jovem Dumas na Instituição Goubaux e no Colégio Bourbon. As leis daquela época permitiram Dumas pai tirar seu filho de sua mãe. A agonia de sua mãe inspirou o filho a escrever sobre personagens trágicos femininos. Em quase todos os seus escritos, ele enfatizou o propósito moral de sua literatura e em sua peça de 1858, "O Filho Natural", ele expôs a teoria de que se alguém traz ilegitimamente um filho ao mundo, então ele tem a obrigação de legitimar seu filho e casar com a mulher. Adicionalmente ao estigma da ilegitimidade, Dumas filho foi a parte negra, seu avô era descendente de um nobre francês e uma mulher negra haitiana. Nos internatos, Dumas filho era constantemente hostilizado por seus colegas. Esses acontecimentos influenciaram profundamente seus pensamentos, comportamento e obra. Em 1844 Dumas filho mudou-se para Saint-Germain-en-Laye para viver com seu pai. Lá, ele conheceu Marie Duplessi, uma jovem cortesã que lhe deu a inspiração para o romance La dame aux camélias (A Dama das Camélias), uma das grandes intérpretes dessa obra no teatro foi Sarah Bernhardt. Esse romance é a base para ópera La Traviata de Giuseppe Verdi. Em 1864, Alexandre Dumas filho casou-se com Nadeja Naryschkine, com quem ele teve uma filha. Após o falecimento dela ele casou-se com Heriette Régnier. Durante sua vida, Dumas filho escreveu outros doze romances e diversas peças. Em 1867 ele publicou seu semi-autobiográfico romance, "L'affaire Clemenceau", considerado por muitos como uma de suas melhores obras. Em 1874, ele foi admitido na Académie française e em 1894 ele ganhou a Légion d'Honneur. Alexandre Dumas, filho, morreu em Marly-le-Roi, Yvelines, em 27 de Novembro de 1895 e foi enterrado no Cimetière de Montmartre, Paris, França.

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    Alexandre Dumas, filho