Neste romance o autor excede todos os limites para entrar numa espécie de deformação. E talvez seja esse aspecto de monstruosidade de “O Carrossel e a feiticeira” a própria essência da obra: crítica social e ao mesmo tempo gozação do gênero romance. Talvez a primeira sátira do romance que se faz entre nós. O seu alvo é a classe média, tanto de sensibilidade como de nível econômico. O Autor quer atingir seu objetivo e dessa forma pouco se importa como a leitura seja feita, do fim para o começo, ou de outros modos: você vai atingir ou sentir aquela úlcera absurda no próprio céu da boca. Este livro é uma homenagem a todas as pessoas que assistem televisão no Brasil.”
O Carrossel e a Feiticeira -
Paulo Rangel
PR Edições Especiais
1974
245 páginas
8h 10m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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