O maior símbolo do rock and roll de raça pura que existe, o maior pilar da história dos dinossauros do Rock, em um livro escrito pelo grande Howard Kramer.
Howard traz um livro em um formato nada convencional, muito excêntrico e charmoso, que funciona como um imã para os verdadeiros fãs. Apesar de ser excelente, o livro não conta a história de maneira esmiuçada como alguns podem esperar, até porque, já há outros livros ótimos que fazem isso. Desta forma, não é recomendado para os que desejam conhecer a história, ao invés disso, funciona exatamente como uma cereja no bolo para quem conhece os Stones como a palma da mão.
Durante as páginas, existem pinceladas sobre a vida e a carreira dos Stones em ordem cronológica, dando uma luz especial aos aspectos mais importantes. Contando como foi conturbada a passagem deles pelo mundo em suas turnês, mostrando o lado mulherengo de Mick Jagger, a morte de Brian Jones, a relação de Keith Richards com as drogas e a relação do grupo com o grupo de motociclistas clandestinos, Hell’s Angels.
A vida deles é exatamente como se espera que seja a vida de Rockstars, sendo puro sexo drogas e rock and roll, claro e muito marketing.
Mostra a diferença gritante entre os Beatles e os Stones, como os modelos de comportamento e os bad boys, a visão de Howard (um tanto quanto equivocada), de que os Beatles permitiram a ascensão dos Stones apenas por terem feito pouco em termos de turnês.
A sua música fez diferença e se destacou por não ser parecido com nada naquela época, uma vez que os Beatles tinham um rock bem puxado para o pop e as outras tendiam a fazer igual, os Rolling Stones tinham um rock maravilhosamente puxado para o Blues, influenciados por grandes nomes, dentre eles,o lendário Muddy Waters.
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