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    Dearly, Departed: O Amor Nunca Morre (Gone With The Respiration #01) -

    Lia Habel

    Editora iD
    2012
    480 páginas
    16h 0m
    ISBN-13: 9788516080372
    Português Brasileiro
    4.1
    574 avaliações
    Leram803Lendo38Querem1466Relendo1Abandonos32Resenhas33
    Favoritos135Desejados1466Avaliaram574

    Ela é Nora Dearly, uma garota neovitoriana de 17 anos que sofre com a morte dos pais e vive infeliz aos cuidados da tia interesseira. Ele é Bram Griswold, um jovem soldado punk, corajoso, lindo nobre...e morto! No ano de 2187, em meio a uma violenta guerra entre vitorianos e punks, surge um perigoso vírus, capaz de matar e trazer novamente à vida. As pessoas tornam-se zumbis, mas nem todos são assassinos e devoradores de carne. Há os que lutam para que o vírus não se espalhe... Apenas Nora tem o poder da cura em suas mãos, ou melhor, em, seu sangue. Ela não sabe disso, e corre perigo. É papel de Bram protegê-la...

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    Desirée Gusson picture
    Desirée Gusson16/07/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Faroeste Futurista de Zumbis Distópicos Steampunk!

    Só me toquei mesmo que Dearly, Departed é um distópico quando estava pra começar a resenha. Apesar da falsa utopia da sociedade neovitoriana o clima não é o mesmo das outras conhecidas distopias. Esse livro também é steampunk, mas dá tão pouco destaque às características engenhocas desse grupo-gênero-tipo que só lembrei quando reli a contracapa. Dearly, Departed parece mesmo é um faroeste com zumbis, muitos zumbis. E a melhor parte do livro não é o conflito punks vs neovitorianos, ou a medicina pró não-vivos, nem a vida militar pouco convencional da Base Z. Estou falando do lamour! Ah, o amor Fiquei completamente apaixonada pela redoma criada por Bram e Nora para eles mesmos no meio de todas as esquisitices daquele mundo de 2187! Quem diria, heim? Logo eu, que a pouco menos de um ano atrás, estava aqui mesmo dizendo o quanto os mortos-vivos são horripilantes e desprezíveis e que deveríamos passar a fogo qualquer um que avistássemos. Logo eu, torcendo pelo romance de uma garota com um cara podre! O mundo dá suas voltas. Ok, podre foi figura de linguagem. Como diria o próprio Dra. Chase: -A cibernética proporciona uma melhor qualidade de vida pós-morte. Pág. 172 Ma che?! Certo, explico: a ciência moderna, liderada pelo famoso Dr. Dearly, pode manter os corpos dos tais não-vivos quase que em perfeito estado. Contanto que eles não abusem e saiam por ai desgastando as juntas à toa, podem ter uma vida quase que normal, considerando as circunstâncias. Claro, existem os zumbis tradicionais, do tipo que geme e te quer pro almoço, mas quem (que não esteja com o braço sendo mastigado por um desses) liga?!! Tem caras mortos, usando válvulas e bombas para manter o corpo reanimado funcionando! E eles são hilários!! Lia Habel mostrou em Dearly que tem uma habilidade que faria muitos autores consagrados darem seus primogênitos às fadas por algo parecido. Diálogos ÓTIMOS, do tipo que você pode escutar os personagens falando! Pode até parecer meio bobo, mas deixa a estória muito mais empolgante e real! Como nem tudo são flores, infelizmente a tradução/revisão foi uma verdadeira decepção! Não acho justo pagarmos caro por livros com traduções que nos lembram aquele programa online ou revisões desleixadas. Se o livro não tivesse todos os erros que encontrei a leitura teria sido bem mais proveitosa! De qualquer forma, ainda estou tentando me acostumar à parte em que me apaixonei pelo mocinho quase-podre! Usei um pouco da minha voz de zumbi apavorante, com um ligeiro toque de morte-bate-à-porta. Foi o suficiente para que ele me levasse a sério. Pág. 104 E depois dizem que sutileza é tudo! Gosto da natureza eficiente de Bram, que pode ser fruto da vida militar, mas que o ajuda a ser um bom líder e até lidar com Nora quando está sendo chata de propósito (ela consegue ser muito chata quando quer). A garota pode ser bastante impetuosa, mas é uma boa pessoa, e se esforça do seu jeito para conquistar o Bram. Mas não se preocupe, pessoa-que-não-está-nem-ai-pro-romance, essa foi só a parte eu mais gostei. Dearly, Departed tem muita ação, aventura e várias situações tensas. Estou contando os dias para 25 de Setembro, quando Dearly, Beloved será lançado lá fora e poderemos saber o que vai acontecer depois do bem, do que aconteceu no final! BTW, uma trilha sonora? Flogging Molly - Devil's Dance Floor ! Posso sugerir outra? Dropkick Murphys Johnny, I Hardly Knew Ya Para essa e outras resenhas na íntegra, acesse: www.desigusson.com

    37 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 574
    • 5 estrelas43%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas1%
    Lia Habel profile picture

    Lia Habel

    Lia Habel é filha única e foi criada entre filmes de terror, videogames e romances vitorianos. Ela desenvolveu uma afeição por monstros de filmes de terror desde cedo. Lia mudou-se para o Reino Unido para estudar na Universidade de Leicester e obter seu mestrado em Estudos do Museu. Vários estágios e empregos em seguida, mas Lia nunca foi capaz de trabalhar em um emprego sério por um período mais longo em seu campo escolhido. O sucesso nunca parecia ser dela, e ela escreveu o primeiro rascunho de Dearly, Departed quando desempregada pela quinta ou sexta vez. Atualmente ainda vive em Jamestown, com três gatos de rua e vestidos de baile vitoriano. Ela gosta, em particular, de eventos anacrônicos e steampunk, assistir filmes de zumbis (seu objetivo é assistir a cada filme de zumbi já feito), e coleta de livros das eras vitoriana e eduardiana.

    5 Livros
    57 Seguidores

    Lia Habel