São palavras revestidas pela poeticidade dos toques, dos beijos, da respiração ofegante, do furor do amor e, enfim, da plenitude do prazer. Como tentáculos, os poemas nos abraçam e nos expõem cruamente o desnudamento do êxtase corpóreo da poética linguagem humana, emitindo, desse modo, reflexos de um espelho interior, que é também exterior, do que é sentir e ser sentido, tornando o “EU SOU O PECADO, a paixão, o prazer...” o meu, o seu, ou melhor, o nosso diário do pecado. (Raquel Cristina dos Santos Pereira - UFRJ / Revista Teia Literária)