"Nenhum homem é uma ilha." disse o poeta John Donne. Sim é verdade, mas somente quando o homem tenha consciência do todo, comunique-se em termos humanos com seus semelhantes. A obra prima de Fellini nos demonstra graficamente o acerto dessas proposições. O brutamontes Zampanó, a desamparada Gelsomina e o inquietante II Matto são três figuras perdidas nas estradas da vida, que se decobrem num processo de penosa e dramática revelação.
