Gabriel Allon é uma das minhas séries favoritas no mundo da literatura da espionagem. Eu já li todos os livros escritos por Daniel Silva com as aventuras do espião israelense.
Curiosamente, porém, ainda não tinha resenhado nenhum deles.
O lançamento do mais recente livro, porém, me estimulou a publicar uma resenha de O Artista da Morte, primeiro livro da série, lançado em 2000.
A trama
Estabelecido no litoral sul da Inglaterra, um restaurador de arte vive uma vida pacata. Sob o manto da normalidade, porém, ele guarda memórias terríveis.
Nove anos antes, uma bomba instalada por um terrorista palestino explodiu um carro em Viena. No veículo, estavam a esposa e filho pequeno do restaurador.
O ataque foi a vingança. O restaurador de arte se chama Gabriel Allon, um israelense que durante anos atuou como oficial do serviço secreto, perseguindo e assassinando os responsáveis pelo atentado contra o time olímpico de Israel nas Olímpiadas de Munique, em 1972.
O passado volta a atormentar Allon quando seu recrutador, Ari Shamron, volta ao comando do serviço secreto. O embaixador de Israel na França acaba de ser assassinado por Tariq al-Hourani, o mesmo terrorista palestino que executou o atentado contra a família de Allon em Viena.
Para persegui-lo e executá-lo, Shamron quer trazer Gabriel Allon de volta à ativa.
Para ler a resenha completa, com análise de persongens e desenvolvimento da trama, visite o blog Spy Books Brasil. Lá você encontra também um perfil do autor, Daniel Silva.