'O capital da esperança' afasta-se do ponto de vista dos poderosos, dos políticos, dos arquitetos, dos engenheiros, dos admibistradores e se baseia na experiência cotidiana de milhares de trabalhadores migrantes, anônimos, que construíram a cidade a tempo de ser inaugurada em 21 de abril de 1960. Trata-se de um cruzamento entre antropologia e história, vista pela ótica das camadas populares como atores principais.