A existência precede a essência
“Existência precede a essência” essa frase é o ponto importante deste ensaio, Sartre critica totalmente a questão de nascermos pré-determinados a alguma coisa, como personalidade, moral, ética e etc, eu concordo com ele, nascemos como se fossemos um caderno vazio, e ao passar da vida iremos escrever naquele caderno o conteúdo que homem quiser, ou seja ser o que ele quiser, de uma forma mais resumida, em primeira instância ele o homem existe, encontra a si mesmo, surge no mundo, e só posteriormente ele se define. Outro ponto importante do existencialismo o homem ele é aquilo que faz de si mesmo, ou seja, ele pode ser aquilo que ele quiser, basta que, tenha atos que sustentem isso, não adianta vc ter sonhos e esperanças vazias, onde ele da o exemplo do Marx, que o Marx ele pensou e consequentemente ele agiu. Então, não adianta pensarmos, filosofarmos, e não agir e querer mudar o mundo, Sartre crítica este tipo de gente que não age. Chamando os de covarde. Prosseguindo, Sartre comenta daqueles que culpam os outros pelas consequências de seus atos, exemplo religiosos que culpam Deus ou deuses, ou culpar o próprio universo. Sartre deixa claro que não adianta correr da sua responsabilidade o homem é condenado a ser livre, por que ele não criou a si mesmo, e como no entanto, é livre, automaticamente ele é responsável por tudo o que faz. Ou seja, não adianta culpar outros pelas atitudes e consequências das suas escolhas, deve tomar cuidado com o que faz e transmite para os outros por que logo ele acrescenta, que é como se a humidade estivesse de olhos fixos em você, que todos se regrassem pelas minhas ações. Sim é muito angustiante pensarmos assim, mas isso aumenta ainda mais nossa responsabilidade de vivermos neste mundo e sabermos que nenhuma atitude é em vão, sempre alguém vai pegar nossas atitudes para criar a deles, e vice versa. Nessa linha de pensamento, Sartre enfatiza que não existe um sinal divino, ou um sinal do universo que mostre como você deve caminhar ou seguir a sua vida, o existencial isso não existe, porque, cada pessoa vai interpretar da sua maneira o tal sinal, então basta o homem decifre o sinal da maneira que bem entender, mas que assuma a responsabilidade de quando tomar a partida. Não culpe o tal sinal, você interpretou daquela maneira. Outrossim, Sartre comenta que devemos ter cautela com os nossos sentimentos, não devemos deixar levar pelo sentimento, e Sartre da uma ênfase nesta questão dizendo que “o sentimento constrói-se através dos atos praticados; não posso, portanto, pedir-lhe que me guie.” Para sabemos sobre o nosso próprio sentimento, é vermos se vale a pena escolhermos tal coisa, não deixando pelo sentimento, mas realmente pesar na balança sobre pontos positivos e negativos, mas Sartre ressalta que não devemos simplesmente pedir conselho para tal dúvida, você sabe a reposta, então Sartre aconselha Que você quem deve escolher, e assim construir sua moral, ética, e não indo em por que Deus me proíbe ou pais, namorada e etc, você deve tomar sua atitude com o que você acha que deve fazer, porem, se algo der errado, assuma que escolheu errado e que aprendeu, com tal atitude é assim que Sartre acha que deveríamos viver, construindo e escrevendo nossa própria história, não seguindo um a priori de alguém ou de um livro que se especula sagrado. E por para finalizar, para não ficar muito extenso, o destaque de que podemos ser o que quisermos, Sartre diz o seguinte “O que o existencialista afirma é que o covarde se faz covarde, que o herói se faz herói; existe sempre, para o covarde, uma possibilidade de não mais ser covarde, e, para o herói, de deixar de o ser.” Ou seja podemos ser o que quisermos, e não vivermos naquela pressão de acharmos que nascermos predestinados a alguma coisa, muito pelo contrário, Sartre diz que podemos mudar quando bem quisermos, de fato, nunca esquecendo que existe consequências, mas a mudança é o ponto chave para sermos existencialistas, ou seja a esperança é importante para o existencialismo. Para encerrar, é importante estudarmos e questionarmos e descobrir que existe várias maneiras de vivermos a vida, e assim, você achar a que mais te agrade e não se prender a exigência de família ou religião. O ser humano é condenado a ser livre, então agarre a liberdade e faça de si, o que você queira ser.


