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    A Arte de Envelhecer -

    Arthur Schopenhauer

    WMF Martins Fontes
    2012
    190 páginas
    6h 20m
    ISBN-10: 8578275810
    Português Brasileiro
    3.8
    13 avaliações
    Leram38Lendo8Querem125Relendo0Abandonos0Resenhas2
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    A arte de envelhecer insere-se em uma longa tradição de reflexões filosóficas sobre a velhice. Nos aforismos e nas miniaturas aqui reunidos, Schopenhauer não parece o notório misantropo e pessimista. Ao contrário, ele se sai muito bem ao prestar uma homenagem à velhice e ao passado, que, ao mesmo tempo, constituem seu testamento e uma introdução à felicidade. Ao final, Schopenhauer se despede de nós com a certeza consoladora de que a velhice ao menos proporciona aquela serenidade e aquela paz de espírito que são as únicas a tornarem a felicidade possível

    Resenhas (2)Ver mais
    Nilson Gonçalves de souza picture
    Nilson Gonçalves de souza12/05/2023Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Primeiro e último

    Fui atraído pelo título (por motivos óbvios) mas não pretendo ler mais nada deste "filósofo". Escrito nos seus últimos anos de vida expõe sua mágoa com professores filósofos da época que não davam crédito aos seus escritos, fala um monte de baboseiras sobre cristianismo e outras teses que a mim não interessam. Única coisa proveitosa está na página 144, grifo meu : "todo dia é uma pequena vida - todo despertar e levantar, um pequeno nascimento, toda fresca manhã, uma pequena juventude, e todo ato de deitar-se e adormecer, uma pequena morte. Filosofando: "tenho coisas melhores para ocupar meu tempo" .

    11 curtidas

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    3.8 / 13
    • 5 estrelas23%
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    Arthur Schopenhauer

    Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Foi seminarista até os 14 anos. Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund ( "Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente") foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época. Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro, Die Welt als Wille and Vorstellung ou "O Mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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