poética em razão crítica - dodecatlo metapoético comentado

    amadeu torres

    escrituras
    2005
    61 páginas
    2h 2m
    ISBN-10: 8575311808
    Português Brasileiro

    A Escrituras Editora, dentro da Coleção Ponte Velha, edição apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), publica Poética em Razão Crítica, de Amadeu Torres (Castro Gil), prefaciada por Carlos Nejar, membro da Academia Brasileira de Letras. Filólogo, gramático, filósofo, mestre de Humanidades, poeta lusitano com vocação de universalidade, Amadeu Torres (Castro Gil) assume a posição de quem contempla o que passa com a lucidez de quem fica. Ao criar a razão crítica suscita nova noção transcendental, o que é irônico, pois sua arma é a própria erudição. E a erudição tem a solitude da cultura e o delírio da inteligência que corrói o raciocínio dos lógicos. E o mundo, hoje, percebe pouco, ou (des)percebe, por míope, as verdadeiras invenções, a não ser quando elas rebentam de um pequeno grupo para a república da realidade poética, onde o mistério é sempre voz irredutível e se impõe. O que se entende na razão, se ama no mistério. "E a propósito deste inventivo e singular livro, vem-me o que J. W. Beach falou de Joyce: ?Quando se chega ao work in progress, a Quarta Dimensão está em todas as partes, já que o estado de sonho da mente que aqui se apresenta é compatível com a mais aloucada união de tempos e espaço?. O conceito de modernidade e historicidade dá lugar ao de Visionar(idade)."

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    Ursula Antunes03/09/2012Resenhou um livro
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    "A Escrituras Editora, dentro da Coleção Ponte Velha, edição apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), publica Poética em Razão Crítica, de Amadeu Torres (Castro Gil), prefaciada por Carlos Nejar, membro da Academia Brasileira de Letras. Filólogo, gramático, filósofo, mestre de Humanidades, poeta lusitano com vocação de universalidade, Amadeu Torres (Castro Gil) assume a posição de quem contempla o que passa com a lucidez de quem fica. Ao criar a razão crítica suscita nova noção transcendental, o que é irônico, pois sua arma é a própria erudição. E a erudição tem a solitude da cultura e o delírio da inteligência que corrói o raciocínio dos lógicos. E o mundo, hoje, percebe pouco, ou (des)percebe, por míope, as verdadeiras invenções, a não ser quando elas rebentam de um pequeno grupo para a república da realidade poética, onde o mistério é sempre voz irredutível e se impõe. O que se entende na razão, se ama no mistério. "E a propósito deste inventivo e singular livro, vem-me o que J. W. Beach falou de Joyce: ?Quando se chega ao work in progress, a Quarta Dimensão está em todas as partes, já que o estado de sonho da mente que aqui se apresenta é compatível com a mais aloucada união de tempos e espaço?. O conceito de modernidade e historicidade dá lugar ao de Visionar(idade)."" Retirado do site da americanas.com

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