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    O Pato Pacato -

    Bartô

    Moderna
    2002
    31 páginas
    1h 2m
    ISBN-10: 8516042766
    Português Brasileiro
    3.3
    21 avaliações
    Leram30Lendo3Querem33Relendo2Abandonos0Resenhas3
    Favoritos0Desejados33Avaliaram21

    Não é fácil para um Pato Pacato nadar no lago da lagosta. A lagosta gosta de vencer e o Pato só sabe perder. Quatro livros fazem parte da Série "Eu sei de Cor", escritos para as crianças iniciantes na leitura. Os textos buscam elementos existentes no universo infantil: humor, rima, fantasia e o inusitado. Por meio dos livros os jovens leitores vão se encantar com as possibilidades das palavras e seus muito sentidos. Assim, ler e escrever passam a ser um prazer.

    Resenhas (3)Ver mais
    Joice Coutinho picture
    Joice Coutinho07/06/2022Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Lendo sempre antes dos alunos... Bom para crianças em fase de alfabetização! Frases curtas e ilustrações divertidas!

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.3 / 21
    • 5 estrelas19%
    • 4 estrelas14%
    • 3 estrelas43%
    • 2 estrelas24%
    • 1 estrelas0%
    Bartolomeu Campos de Queirós profile picture

    Bartolomeu Campos de Queirós

    Bartolomeu Campos de Queirós (Pará de Minas MG 1944 - Belo Horizonte MG 2012). Autor de poemas e histórias infantis e juvenis, educador, crítico de arte, museógrafo e ensaísta. Passa boa parte da infância no interior de Minas Gerais, nas cidades de Papagaio e Pitangui, onde mora com o avô paterno. Aos 6 anos, perde a mãe. No internato do Colégio São Geraldo, em Divinópolis, Minas Gerais, cursa o ginasial, e estuda, por breve período, no convento dos dominicanos em Juiz de Fora, Minas Gerais. Muda-se para Belo Horizonte, inicia o curso de filosofia e trabalha no Centro de Recursos Humanos, escola de experiências pedagógicas do Ministério da Educação. Com uma bolsa da Organização das Nações Unidas (ONU), vai à França, e cursa filosofia no Instituto Pedagógico de Paris. Na capital francesa, escreve seu primeiro livro, O Peixe e o Pássaro, lançado em 1971, ano em que retorna ao Brasil. Torna-se membro do Departamento de Aperfeiçoamento de Professores (DAP), do Ministério da Cultura, do Conselho Estadual de Cultura e do Conselho Curador da Escola Guignard. Atua ainda como assessor especial da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais e presidente da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes. No início da década de 1980, trabalha como editor, para a Editora Miguilim, de Belo Horizonte, que se propunha a trazer um tema renovador para a literatura infantil brasileira, incorporando questões sociais da vida contemporânea. De 1986 a 2000, integra o projeto ProLer, da Biblioteca Nacional, ministrando seminários sobre educação, leitura e literatura. Como crítico de arte, participa de júris de salões e curadorias de exposições de artes plásticas e atua na área de museografia.

    53 Livros
    7 Seguidores
    Minhas Gerais, Brasil

    Bartolomeu Campos de Queirós