O foco deste trabalho é o feminino dentro da tradição oral paulista e pretende contar de forma encantada, assim como eu conto as histórias pelo mundo, as histórias de iniciação de sete mulheres benzedeiras, ou rezadeiras como muitas pessoas conhecem, moradoras da cidade de Guarulhos/SP. Como flores que sobrevivem no asfalto, todas elas ainda exercem este ofício onde a fé é elemento fundamental. Pelas mãos dessas mulheres, os bons sentimentos e a esperança de que tudo pode ser melhor, chega como uma possibilidade de cura. As histórias precisam ser contadas!