e o amor ilumina novamente a cidade e a cova do leão a grande raiva do mundo as viagens dos meninos-homens ... [...] Deveriam haver monumentos e odes aos heróis desconhecidos que começaram, a quem arrancou as primeiras faíscas da pederneira e esqueceu o jantar, ao primeiro coleccionador de conchas que ficou celibatário. Se não fossem eles, onde estaríamos? Ainda ferozes, sem hábitos caseiros, errando através das florestas, com nomes sem consoantes, escravos da Dama gentil, sem noções de civilidade e hoje à tarde, para esta morte, não haveria agentes funerários. ... Acerca do sofrimento, nunca se enganaram Os Velhos Mestres: quão bem entenderam A condição humana; como está presente Enquanto alguém se alimenta ou abre uma janela ou monotonamente segue a caminhar; Como, enquanto os velhos esperam apaixonada e reverentemente Pelo miraculoso nascimento, deve sempre haver Crianças que não queriam especialmente que acontecesse, patinando Num lago na orla da floresta: Nunca esqueceram Que até o mais terrível martírio deve seguir o seu curso, Custe o que custar, a um canto, nalgum lugar descuidado Onde os canídeos acorrem em suas vidas de cão, e o cavalo do torturador Coça seu inocente traseiro por detrás de uma árvore. No Ícaro de Brueghel, por exemplo: como tudo se afasta Ociosamente do desastre; o lavrador poderá Ter ouvido o splash, o grito desamparado, Mas para ele não era um importante fracasso; o sol brilhou Como soía sobre as pernas brancas que desapareceram na verde Água; e o frágil e grandioso navio que deve ter avistado Algo espantoso, um rapaz caindo do céu, Tinha um destino para ir e afastou-se calmamente.

